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McDonnell Douglas F-4 Phantom II

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O McDonnell Douglas F-4 Phantom II foi um dos caças mais bem sucedidos do pós-guerra e o segundo caça a jato americano mais produzido da história logo a seguir ao North American F-86 Sabre, com uma produção total de 5057 unidades nos EUA e mais 138 no Japão sob licença, numa produção que se manteve continuamente por um período de 20 anos, de 1959 a 1979. Apesar de inicialmente concebido como um intercetor foi usado principalmente como aeronave de ataque embora tenha sido surpreendentemente bem sucedido no combate aéreo. Ao serviço da USAF, US Navy e US Marine corps os Phantom II alcançaram 277 vitórias em combates ar-ar no Vietname, e ao serviço das forças de defesa de Israel IDF/AF alegou mais 116 vitórias em vários conflitos entre Israel e seus vizinhos árabes.

General Dynamics F-111 Aardvark

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O General Dynamics F-111 foi um dos mais controversos e duramente criticado aviões até hoje construídos. Sofreu um ciclo de desenvolvimento prolongado, em que numerosos problemas tiveram que ser identificadas e resolvidos, elevando o seu custo muito acima do esperado. Dos vários milhares de unidades originalmente previstos, apenas 562 aeronaves foram construídas em sete diferentes versões. 
Apesar de tudo isso o F-111 acabou por demonstrar ser uma eficiente aeronave de interdição aérea, para qualquer tempo e quaisquer condições meteorológicas.

Dassault Mirage IV

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Durante a primeira metade da década de 1950, o governo Francês decidiu desenvolver um bombardeiro, supersônico, capaz de transportar armas nucleares e a 20 de março de 1957, firmou um acordo com a Dassault Aviation para início da construção dos primeiros exemplares.

A 17 de junho de 1959 o Mirage IV faria o seu primeiro voo e entraria ao serviço no dia 1 de outubro de 1964. Entre os anos de 1963 e 1968 seriam fabricadas 62 aeronaves Mirage IV de série, em duas variantes bombardeiro (mantidos ao serviço até 1996) e de reconhecimento (mantidos ao serviço até 2005).

IAI Kfir

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Depois do General De Gaulle embargar a venda de armas a Israel, a IAF (IDF/AF) temia perder a vantagem sobre seus adversários da Guerra dos Seis Dias no futuro, que estavam a ser reequipados com aeronaves soviéticas. A espinha dorsal da superioridade aérea da Força Aérea de Israel (IAF) estava assente no Mirage III, francês, mas a reposição das aeronaves perdidas durante a Guerra dos Seis estava em risco devido ao embargo. Dotar a industria aeronáutica israelita (IAI) de capacidade para produzir as aeronaves necessárias, foi entendido como a única forma de ultrapassar completamente o problema do embargo.
O programa Kfir teve origem na busca para desenvolver uma versão mais capaz do IAI Nesher, que estava a ser produzido em série pela “Israel Aerospace Industries” (IAI).

IAI Nesher (Dagger, Finger)

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O IAI Nesher foi o primeiro caça a ser produzido em Israel, abrindo assim o caminho para o surgimento de aviões mais avançados, como o Kfir e o Lavi.

A IAF viu o Nesher como um expediente temporário para manter e reforçar o poder aéreo de Israel na região, uma espécie de fase intermédia antes que modelos mais avançados estivessem disponíveis.
Quando conseguiu obter melhores aeronaves, a IAF retirou o Nesher de serviço ativo, no qual permaneceu por um curto período de 10 anos, o suficiente para ser envolvido em vários conflitos entre Israel e os seus vizinhos Árabes.

Fairchild Republic A-10 Thunderbolt II

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O A-10 Thunderbolt II é um avião a jato, bimotor de asa reta desenvolvido pela Fairchild-Republic no início de 1970 para a United States Air Force (USAF). É a única aeronave da USAF projetada exclusivamente para apoio aéreo próximo, ataque a veículos blindados e outros alvos terrestres com limitada defesa aérea.
O A-10 foi projetado em torno do canhão giratório de 30 milímetros GAU-8 Avenger que é seu armamento primário e a sua fuselagem foi projetada para durabilidade, proteção do piloto e dos sistemas da aeronave, para lhe permitir absorver uma quantidade significativa de danos e continuar operacional.
Nome oficial do A-10 deriva do Republic P-47 Thunderbolt da II Guerra Mundial, um caça robusto e particularmente eficaz no apoio aéreo próximo, no entanto é frequentemente conhecido por "Warthog" ou "Hog".

Dassault Super Etendard

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Desenvolvido durante a década de 1970 como sucessor do Dassault-Breguet Étendard IV M o Dassault-Breguet Super Étendard é um caça de ataque naval de origem francesa criado inicialmente como uma modernização do seu antecessor. Porém o resultado final seria uma aeronave 90% nova, e tecnologicamente avançada.
No total seriam produzidas 85 Super Étendard, 71 para a Aviação Naval Francesa e 14 para a Marinha Argentina.
Entre Agosto e Novembro de 1981, cinco Super Etendards e cinco misseis Exocets foram enviados para a Argentina, antecedendo o inicio da Guerra das Malvinas, durante a qual foram responsáveis pela destruição dos navios britânicos HMS ''Sheffield'' e do Atlantic Conveyor. Mais tarde os Super Etendard voltariam a entar em combate na guerra dos Balcãs na década de 1990 e na invasão do Afeganistão em 2002, operado pela Aéronavale (Aviação Naval Francesa).