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Boeing (McDonnell Douglas) F/A-18E/F Super Hornet

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Em finais da década de 1980 a US Navy estava, apesar de muitas vozes criticas mais ou menos contundentes, satisfeita com o desempenho do F/A-18 Hornet, no entanto também reconhecia que a aeronave tinha certas limitações, nomeadamente a insuficiente carga bélica e o reduzido raio de combate. Perante a eminente obsolescência de outras aeronaves, nomeadamente o caça de superioridade aérea Grumman F-14 Tomcat, a US Navy decidiu iniciar o desenvolvimento de um substituto, tomando como base o Hornet mas numa escala aumentada. O resultado foi o caça naval polivalente F/A-18E/F Super Hornet, aparentemente uma nova versão do Hornet, mas que foi claramente definido pelo construtor (McDonnell Douglas/Boeing) como uma nova aeronave, a partir da qual seria alguns anos depois desenvolvida a atual plataforma tática da guerra eletronica da US Navy o EA-18G Growler
Em 2019 prevê-se que seja iniciado o programa de upgrade da frota de Super Hornet para o padrão Block 3, pelo qual a aeronave poderá manter-se em operação até 2040.

McDonnell Douglas (Boeing) F/A-18 Hornet

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O McDonnell Douglas F/A-18 Hornet é um caça polivalente, para qualquer tempo, originalmente concebido para operar a partir de porta aviões como caça e avião de ataque para a US Navy (daí a designação F/A). 
O F/A-18 foi o resultado da aposta da US Navy no Northrop YF-17 que perdera para o General Dynamics YF-16 o contrato de fornecimento de caças para a USAF, mas que fora considerado genericamente equivalente ao vencedor, e com características que a US Navy valorizava nas suas aeronaves. A falta de experiência da Northrop levou-a a associar-se à McDonnell Douglas (agora Boeing ) que a partir do YF-17 desenvolveu o F/A-18 Hornet para uso da US Navy e US Marine Corps posteriormente exportado para mais sete países. Desde que entrou ao serviço em inicios da década de 1980 a sua versatilidade e confiabilidade tornaram-no num valioso recurso operacional, apesar de algumas vozes criticas à sua falta de alcance e carga quando comparado com os seus contemporâneos anteriores, o caça de superioridade aérea Grumman F-14 Tomcat e os aviões de ataque Grumman A-6 Intruder e LTV A-7 Corsair II.

Hawker Siddeley (BAe) Harrier

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O Hawker-Siddeley Harrier (atualmente BAe Harrier ou Boeing AV-8B Harrier) foi o primeiro avião de combate V/STOL (Vertical/Short Takeoff and Landing) a ser produzido em serie e a entrar em operecionalmente em combate. Foi o único projeto VTOL verdadeiramente bem-sucedido dos muitos que surgiram após finais da década de 1950 até inícios da de 1970. 
Emergiu do programa experimental P.1127/Kestrel iniciado autonomamente pela Hawker Siddeley nos finais da década de 1950 e seria introduzido na RAF a partir de abril de 1969, como corolário de uma sequência de acontecimentos mais ou menos afortunados.
Uma dessas afortunadas sequência de eventos conduziu à sua adaptação para uso naval pela Fleat Air Arm da Royal Navy, de onde emergiu o Sea Harrier, cuja atuação foi essencial para a vitória britânica na guerra das Falklands (Malvinas) em 1982.
Embora sofrendo inicialmente de uma serie de limitações de desempenho, insuficiente raio de combate e reduzida capacidade de carga bélica, tornar-se-ia um trunfo importante nas unidades de primeira linha da RAF e USMC (US Marine Corps).

Vought F7U Cutlass

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O Vought F7U Cutlass foi um caça naval a jato, que pretendia ser de elevado desempenho, desenvolvido e construído pela Chance Vought para a US Navy a partir do final da Segunda Guerra Mundial. Projetado por Rex Beisel, também responsável pelo F4U Corsair, o F7U apresentou-se com um design único, asas enflechadas numa fuselagem "sem cauda", munido de, novos, inovadores e não testados recursos, que o tornavam bastante avançado para o seu tempo. Foi o primeiro caça que incorporou no seu projeto sistemas de controlo totalmente hidráulicos com um sistema de "sensação artificial" e um sistema de estabilização automática. Porém a inexistência, à época, motores suficientemente potentes, as deficiências estruturais e as inovações ainda pouco confiáveis, atormentariam toda a sua curta vida operacional, marcada por inúmeros acidentes. Entre 1948 e 1955 foram produzidas 320 aeronaves F7U, um quarto das quais seriam destruídas em acidentes operacionais, uma taxa tão elevada de acidentes que a US Navy as começaria a retirar de operação em 1956.

Vought F6U Pirate

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O Vought F6U Pirate foi o primeiro caça a jato da empresa Vought, concebido para a US Navy (Marinha Norte Americana) durante a segunda metade da década de 1940. Embora pioneiro na utilização de um motor turbojato com um pós-combustor num caça naval e na utilização de materiais compósitos na sua construção, a aeronave demonstrou uma fraca potência e foi considerada inadequada para combate. Das 33 unidades construídas nenhuma foi integrada em esquadrões operacionais, sendo relegadas para funções de desenvolvimento, teste e instrução e retirados de serviços em 1950, três anos apenas após o voo do primeiro protótipo.
O F6U Pirate teria sido o primeiro caça puramente a jato da US Navy e, apesar de não ter sido bem sucedido, abriu o caminho para os futuros caças navais a jato, dando à Vought a experiência que lhe permitiria, no futuro, desenvolver alguns dos melhores aviões baseados em porta-aviões das décadas seguintes (com a  exceção do  F7U Cutlass, também ele fracassado, mas que contribuiu de forma indelével para a introdução de novas soluções de design e novas tecnologias na aviação naval).

Fairey Firefly

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O Fairey Firefly foi um caça naval britânico desenvolvido durante a Segunda Guerra Mundial como um substituto do bem sucedido Fairey Fulmar e tal como o seu antecessor foi projetado segundo o conceito da FAA (Fleet Air Arm) da Royal Navy de um caça de reconhecimento de dois lugares, piloto e navegador/observador. Superior em todos os níveis ao seu antecessor, o Fairey Firefly entrou ao serviço, apenas no final da Segunda Guerra Mundial, mas já nessa altura se tornou visível que o conceito sob o qual fora desenvolvido limitava o seu desempenho como caça de combate. Consequentemente foi adaptado pela FAA para as funções de reconhecimento armado,  ataque antissubmarino, ataque e apoio próximo, funções que cumpriria com distinção durante a década seguinte ao final da Segunda Guerra, nomeadamente durante a Guerra da Coreia.

Fairey Fulmar

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O Fairey Fulmar foi um caça naval de dois lugares desenvolvido pela Fairey Aviation Company Limited e construido após a eclosão da segunda guerra mundial para a FAA (Fleet Air Arm) com consideráveis semelhanças ao bombardeiro ligeiro Fairey Battle.
Embora o seu desempenho não fosse espetacular, demonstrou ser modestamente bem sucedido durante a fase inicial da guerra, cumprindo adequadamente a sua função até a FAA conseguir obter um substituto mais capaz, ainda que dentro da sua linha de desenvolvimento, o Fairey Firefly.
Durante a Segunda Guerra Mundial os Fulmar destruíram 112 aeronaves inimigas, um numero que pode parecer modesto, porém esse numero de vitórias aéreas tornam-no o caça naval da FAA (Fleet Air Arm) com o maior numero de vitórias durante o conflito.