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Saro SR A/1 - Os hidroviões Saunders-Roe

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O Saro SR A/1 foi o protótipo de um caça hidroavião projetado pela Saunders-Roe que voou pela primeira vez em 1947, no entanto embora a aeronave demonstrasse um bom desempenho e características de voo, a necessidade de tais aeronaves tinha desaparecido completamente com o fim da Segunda Guerra Mundial. Além disso, o sucesso do porta-aviões no Pacífico tinha demonstrado uma maneira muito mais eficaz de projetar o poder aéreo sobre os oceanos. Consequentemente apenas foram produzidos três protótipos antes do programa ser cancelado.
Este seria o ultimo projeto de hidroaviões de uso militar projetados pela Saunders-Roe que projetava e construía hidroaviões desde 1920, sem que nenhum tenha realmente obtido grande sucesso, com exceção, talvez, do Saro A.27 London cuja aceitação foi ainda assim limitada.
Esta é a história da Saunders-Roe e dos seus hidroaviões.

Curtiss P-40 Warhawk

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O Curtiss P-40 Warhawk foi um caça norte-americano, resultante do desenvolvimento do Curtiss P-36 Hawk com o objetivo de criar uma aeronave apta para produção em massa no menor tempo de possível. Voou pela primeira vez em 1938, e foi usado em grande número em diversos teatros da Segunda Guerra Mundial, geralmente conhecido como «Warhawk», embora na Grã Bretanha tenha sido designado por «Tomahawk» até ao modelo «C» e «Kittyhawk» a partir do modelo «D». Tornou-se o avião da Curtiss-Wright mais conhecidos durante toda a Guerra, mas foi também um dos caças mais controversos da Guerra. Foi vilipendiado por muitos na época como sendo muito lento, com falta de manobrabilidade, com uma taxa de subida muito baixa, em grande parte obsoleto pelos padrões contemporâneos, mesmo antes de entrar em produção.
Estranhamente às criticas, todas ela válidas, o P-40 manteve-se em produção mesmo depois de outros caças mais avançados estarem disponíveis em quantidade tornando-se o terceiro caça Norte Americano da Segunda Guerra Mundial mais produzido, a seguir ao North American P-51 Mustang e Republic P-47 Thunderbolt .

Curtiss P-36 Hawk (Mohawk)

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O Curtiss P-36 foi um dos primeiros de uma nova geração de caças monoplanos a entrar ao serviço da USAAC ( United States Army Air Corps), contemporâneo do Messerschmitt Bf 109, do Hawker Hurricane e do Supermarine Spitfire que começaram a entrar ao serviço em meados da década de 1930. Embora herdasse o mesmo nome, o P-36 não tinha qualquer relação com o anterior biplano da Curtiss, P-1 Hawk. 
Teve a sua origem no Modelo 75 da Curtiss, originalmente desenvolvido para um concurso de fornecimento de caças à USAAC que decorreu em maio de 1935 e, embora formalmente tenha perdido o concurso para o Seversky P-35, no final tornar-se-ia o verdadeiro vencedor tendo sido adquiridas 227 unidades pela USAAC, exportadas 753 e 25 construídas sob licença noutros países (o Seversky P-35 apenas conseguiu um contrato para 77 unidades).Conhecido como o antecessor do Curtiss P-40 Warhawk , o P-36 praticamente não foi usado pela USAAC durante a Segunda Guerra Mundial, foi no entanto o caça usado mais extensivamente e com sucesso pelo Armee de l'air durante a Batalha de França .

Heinkel He 112

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O sucesso ou fracasso de uma aeronave é, muito frequentemente, fruto de condicionalismos históricos e conjuntarais e não apenas das suas caracteristicas e performances, superiores. Ao longo da história da aviação militar, entre muitos exemplos ilustrativos encontramos o alemão, Heinkel He 112, um caça projetado por uma equipa liderada pelos irmãos Walter e Siegfried Günther em resposta a um dos primeiros requisitos emitido pelo Reichsluftfahrtministerium (RLM), para um caça monoplano destinado a substituir os Arado Ar 68 e Heinkel He 51.
Era uma aeronave verdadeiramente moderna e com caracteristicas inovadoras para a sua época no entanto perderia confronto com o Messerschmitt Bf 109, quando o RLM decidiu qual o caça com que iria equipar a Luftwaffe. Embora elogiado pelos muitos pilotos que posteriormente o testaram, e de o RLM e a Heinkel terem continuado o seu desenvolvimento e promoção junto de paises estrangeiros, apenas foi produzido em quantidades limitadas para satizfazer pequenas encomendas de paises como a Espanha, o Japão, a Hungria e a Roménia, onde operariam de forma muito limitada.

Messerschmitt Bf 109

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O Messerschmitt Bf 109 (*), foi um caça alemão projetado por Willy Messerschmitt e por Robert Lusser durante a década de 1930. Alimentado por um motor V12 invertido com refrigeração líquida, incluía características inovadoras, como a fuselagem totalmente metálica, a cabine de voo fechada e o trem de aterragem retráctil, que o tornaram num dos primeiros caças verdadeiramente modernos. Durante a Segunda Guerra Mundial a sua versatilidade levaria ao desenvolvimento de inúmeras versões cada uma delas incorporando sucessivos aperfeiçoamentos técnicos e também adaptações que lhe permitiram realizar com sucesso um vasto número de diferentes missões como caça de escolta, caça-bombardeiro, caça noturno, ou reconhecimento aéreo. Graças a esta versatilidade e ao seu desempenho, o Bf 109 foi a espinha dorsal da Luftwaffe durante a guerra e o caça mais produzido da história, com um total de 34984 aeronaves produzidas. Apesar disso após a capitulação alemã a 8 de Maio de 1945, existiam menos de 500 exemplares em condição de voo e hoje os poucos exemplares existentes são cobiçados por museus de todo o mundo.

North American F-86 Sabre

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O North American F-86 Sabre foi um caça a jato, de segunda geração, desenvolvido a partir do final de 1944 e que se tornaria o caças mais produzidos no Ocidente, no tempo da Guerra Fria. Ficou famoso pelo seu envolvimento na Guerra da Coreia, onde defrontou com sucesso o seu principal oponente o Soviético MiG-15, e apesar de, no final de 1950, já não ser um avião de primeira linha, manteve-se no ativo durante mais de quatro décadas em muitas forças aéreas (as ultimas unidades foram retiradas de operação em 1994, pela Força Aérea da Bolívia). Foi o mais proeminente avião de combate a jato de segunda geração, incorporando todos os desenvolvimentos tecnológicos da sua época, mas também beneficiando dos avançados conceitos aerodinâmicos desenvolvidos pelos cientistas Alemães no decorrer da Segunda Guerra Mundial. Foi construído nos Estados Unidos, Canadá, Itália, Austrália e Japão em várias variantes e operado por mais de 35 forças aéreas, representando um importante papel na defesa do mundo Ocidental nos primeiros anos da Guerra Fria e em conflitos importantes como a Guerra da Coreia.

Sopwith Pup (Scout)

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O Sopwith Pup foi a primeira aeronave britânica equipada com uma metralhadora de disparo sincronizado com a hélice, podendo por isso classificar-se como o primeiro caça britânico monolugar. Construído pela Sopwith Aviation Company entrou ao serviço do RFC (Royal Flying Corps) e do RNAS (Royal Navy Air Service), no Outono de 1916, oficialmente designado por Sopwith Scout, porém os pilotos viriam a designa-lo comummente por Pup (cachorrinho), por o acharem o filhote do maior Sopwith 1½ Strutter de dois lugares (curiosamente todas as aeronaves posteriores da Sopwith teriam a designação de animais, Camel, Snipe Dolphin). As excelentes características de voo e boa capacidade de manobra, tornaram os Pup bem sucedidos nos primeiros meses após a sua entrada ao serviço, porém seriam rapidamente ultrapassado pelos mais recentes caças alemães, e retirado da frente de combate assim que novos caças mais evoluídos ficaram disponíveis.