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Latécoére Laté 298

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O Latécoère Laté 298 foi um hidroavião multifunção, de três lugares, construído para a Aéronavale (Aviação Naval Francesa) em finais da década de 1930. Destinava-se a cumprir funções de bombardeiro torpedeiro, bombardeio horizontal e de mergulho (com duas bombas de até 150 kg cada), reconhecimento de longo alcance (utilizando para o efeito um tanque de combustível extra de 535 litros), reconhecimento noturno e lançamento de cortina de fumo. 
Considerado por Morareau e Ledet no livro "Le Latécoère 298" como o melhor avião torpedeiro do mundo, em 1939, era operado por sete esquadras de torpedeamento (“T”) da Aéronavale (braço aéreo da marinha francesa) no inicio da Segunda Guerra Mundial. Porém, nunca lançaria um torpedo em operação, sendo, durante a Batalha de França, largamente empregue em missões para as quais dificilmente seria adequado e para as quais as suas tripulações não haviam sido treinadas, bombardeamento e ataque a colunas motorizadas alemãs que invadiam o norte de França.

SAAB J 37 Viggen

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O SAAB J 37 Viggen foi um avião de combate de médio alcance, desenvolvido na Suécia pela SAAB a partir de inícios da década de 1960, para as funções de ataque, interceção, reconhecimento e patrulha marítima. Os primeiros trabalhos foram iniciados pela SAAB em 1952 resultando na seleção de uma asa com uma configuração delta inovadora, auxiliada por canards de grandes dimensões à frente (o Viggen foi efetivamente a primeira aeronave produzida em serie a utilizar canards). Para a prossecução das diferentes funções a que se destinava foram produzidas variantes distintas do Viggen, a de ataque (AJ 37), a de caça intercetor (JA 37), a de reconhecimento (SF 37), a de patrulha marítima (SH 37) e uma versão de instrução de dois lugares (SK 37). O seu primeiro voo ocorreu em 1967, e a entrada ao serviço ocorreu alguns anos depois em 1971, mantendo-se em operação na Svenska Flygvapnet (Real Força Aérea Sueca) até novembro de 2005, altura em que foi substituído pelo moderno SAAB JAS 39 Gripen.

Saro SR A/1 - Os hidroviões Saunders-Roe

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O Saro SR A/1 foi o protótipo de um caça hidroavião projetado pela Saunders-Roe que voou pela primeira vez em 1947, no entanto embora a aeronave demonstrasse um bom desempenho e características de voo, a necessidade de tais aeronaves tinha desaparecido completamente com o fim da Segunda Guerra Mundial. Além disso, o sucesso do porta-aviões no Pacífico tinha demonstrado uma maneira muito mais eficaz de projetar o poder aéreo sobre os oceanos. Consequentemente apenas foram produzidos três protótipos antes do programa ser cancelado.
Este seria o ultimo projeto de hidroaviões de uso militar projetados pela Saunders-Roe que projetava e construía hidroaviões desde 1920, sem que nenhum tenha realmente obtido grande sucesso, com exceção, talvez, do Saro A.27 London cuja aceitação foi ainda assim limitada.
Esta é a história da Saunders-Roe e dos seus hidroaviões.

Short S.25 Sunderland

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Durante os anos de 1920 e 1930 assistiu-se a um rápido desenvolvimento dos hidroaviões, barcos voadores de grandes dimensões multimotores utilizados durante este período para o transporte intercontinental de passageiros.
Os Short S.25 Sunderland, foram a versão militar dos proeminentes hidroaviões de transporte civil britânicos, Short S.23 Empire  construídos a partir da segunda metade dos anos de 1930. Técnicamente designados por aviões de reconhecimento marítimo, a sua grande autonomia e capacidade de transporte de armamento ofensivo e defensivo (alemães chamavam-lhe o “porco-espinho voador”) tornou-os ideais para a escolta de comboios marítimos e na luta antissubmarina, no Mar do Norte, Atlântico e Mediterrâneo.
Foram produzidos até 1945, em grandes quantidades totalizando 744 aeronaves e operaram intensamente e sem interrupção durante toda a Segunda Guerra Mundial, e posteriormente ao serviço da RAF até 1959.
Terminada a guerra, uma quantidade significativa foi transformada para transporte civil, com a acomodação para 20 a 40 passageiros.