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Martin B-26 Marauder

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O Martin B-26 Marauder foi um dos mais importantes bombardeiros médios americanos da Segunda Guerra Mundial. 
Operou com distinção na maioria dos grandes teatros da guerra, porém, durante os primeiros tempos em operação adquiriu a reputação de “fazedor de viúvas”, da qual nunca se conseguiria de todo libertar. Depois das tripulações serem devidamente treinadas e ter sido sujeito a modificações na sua aerodinâmica (maior envergadura, diferente ângulo de incidência das asas e um estabilizador vertical e leme de maiores dimensões), o B-26 Marauder tornou-se de facto no bombardeiro da USAAF com menor taxa de perdas.
Entre fevereiro de 1941 e março de 1945 foram produzidos 5288 B-26 Marauder, 522 dos quais foram operados pela Royal Air Force e South African Air Force, mas quando em 1947 a USAF (United States Air Force) foi criada como ramo independente das forças armadas norte americanas todos os Marauder tinham sido retirados de serviço. 

Martin Baltimore

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O Martin (Modelo 187) Baltimore  foi um bombardeiro ligeiro, bi-motor construído pela Glenn L. Martin Company nos Estados Unidos, originalmente encomendado pelos franceses em maio de 1940 como uma evolução do anterior Martin (Modelo 167) Maryland, mas que por força da capitulação da França, teve as sua produção desviada para a Grã-Bretanha que o usou quase exclusivamente no teatro do Mediterrâneo e Oriente Médio da Segunda Guerra Mundial .
O desenvolvimento inicial do Baltimore foi assediado por uma série de problemas, no entanto a aeronave acabaria por se tornar num avião de ataque bastante versátil, com uma produção que atingiu as 1575 unidades. A aeronave não seria adotada pela USAAF (United States Army Air Force) mas foi durante a Guerra operado, pelas forças aéreas da Grã-Bretanha (RAF), Australia (RAAF), Canadá (RCAF), Africa do Sul (SAAF), Grécia (RHAF -Royal Hellenic Air Force ) e Itália (Aeronautica Militare) já no pós Guerra.

Martin B-10

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O Martin (Modelo 139) B-10 foi o primeiro bombardeiro monoplano de construção totalmente metálica a entrar em plena produção para o US Army Air Corps (USAAC), iniciando uma revolução no design de bombardeiros, ao incorporar características inovadoras que se tornaram padrão nos bombardeiros, nas décadas que se seguiram. 
Essas caracteristicas incluíam, estrutura metálica, cockpits fechados, torres giratórias de metralhadoras (quase simultaneamente à torre de nariz fechada do bombardeiro biplano britânico Boulton Paul P.75 Overstrand), trem de aterragem retrátil, compartimento interno de bombas e motores fechados em carenagens NACA aerodinâmicas para diminuir o arrasto. O surgimento do Martin B-10 tornou todos os bombardeiros existentes completamente obsoletos, tal como muitos dos caças (aeronaves de perseguição segundo o conceito seguido no USAAC) seus contemporâneos.
O projeto da Glenn L Martin foi verdadeiramente revolucionário, definindo o padrão de todos os futuros bombardeiros, razão pelo que a empresa foi, em 1932, premiada com o Troféu Collier.

Martin MB-1, MB-2/NBS-1

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O Martin MB-1 foi o primeiro bombardeiro bimotor projetado e construido nos Estados Unidos da America no final da década de 1910. Projetado e construído pela Glenn L. Martin Company para o United States Amy Air Service (USAAS), a partir de 1917, entraria demasiado tarde ao serviço para participar na Primeira Guerra Mundial. 
Apenas foram produzidas dez unidades do MB-1 que assumiram diferentes funções incluindo transporte de passageiros e correio aéreo, no entando na decada de 1920 dele emergiria uma versão melhorada inicialmente denominada de Martin MB-2, (posteriormente NBS-1) que seria o primeiro bombardeiro produzido em grandes quantidades nos EUA. Foram construidos 120 NBS-1, durante a decada de 1920, que permaneceram no ativo da USAAS até ao inicio da decada de 1930, quando foram substituidos pelos Keystone B.

Martin B-57 Canberra

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O Martin B-57 Canberra foi o primeiro bombardeiro a jato bimotor construído nos Estados Unidos da America (EUA) e também o primeiro bombardeiro a jato a entrar ao serviço da USAF em 1953, tendo sido o primeiro avião a jato norte-americano a lançar bombas em combate.
Tratava-se de uma versão do bombardeiro inglês English Electric Canberra construído sob licença pela Glenn L. Martin Company, e que posteriormente seria objecto de várias modificações destinadas a diferentes funções.
Como bombardeiro tácito foi abatido ao ativo em 1983, mas o derivado de reconhecimento WB-57F foram ainda usados no Afganistão como parte do sistema de comunicações das forças americanas e três dessas aeronaves são usadas pelo Centro Espacial Johnson da NASA, em Houston, como aeronave investigação científica, de alta altitude.