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Supermarine Spitfire

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Talvez nenhuma outra aeronave tenha atingido tanta fama como o Supermarine Spitfire, um caça britânico, geralmente considerado como um dos melhores caças a imergir da Segunda Guerra Mundial. 
Beneficiando de constantes melhorias e aperfeiçoamentos durante todo o seu período de produção, esteve sempre um passo a frente dos adversários mais directos, e manteve-se ao serviço da RAF durante toda a Segunda Guerra Mundial, e posteriormente até aos anos 50 do Séc. XX. 
No final da Guerra os inumeros Spitfire sobreviventes que se tornaram excedentários da RAF, foram adquiridos por mais de 30 forças aéreas de todo o mundo, tendo sido usados em conflitos regionais incluindo a Guerra da Coreia.
Ao todo foram produzidos 20351 spitfires nas suas, cerca de 40 versões, um número que o tornou o segundo caça mais produzido na Guerra (ultrapassado apenas pelo Alemão Messerschmitt Bf 109). 

Supermarine Walrus

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O Supermarine Walrus foi um biplano monomotor anfíbio de reconhecimento britânico projetado por RJ Mitchell que voou pela primeira vez em 1933. Foi operado pela Air Arm Fleet (FAA) , Royal Air Force (RAF), Real Força Aérea Australiana (RAAF), Real Força Aérea Canadiana (RCAF), Royal New Zealand Navy (RNZN) e Royal New Zealand Air Force (RNZAF). Foi o primeiro avião britânico de serviço a incorporar um trem de aterragem principal totalmente retrátil, alojamento da tripulação completamente fechado, e uma fuselagem totalmente em metal.
Foi projetado para o uso como um observador de frota a ser lançado por catapulta a partir de cruzadores ou outros navios de guerra, mas mais tarde viria a ser utilizado numa variedade de outras funções, mais notoriamente como um avião de resgate e salvamento de náufragos e pilotos em alto mar, mantendo-se em serviço durante toda a Segunda Guerra Mundial.