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Kyushu J7W1 Shinden

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O Kyushu J7W1 Shinden foi um protótipo de caça intercetor Japonês de design original e inovador construído na Segunda Guerra Mundial que se pretendia que fosse altamente manobrável e capaz de intercetar os Boeing B-29 americanos que operavam a elevadas altitudes inacessíveis à generalidade dos caças japoneses. 
Construída com numa configuração de impulsão com o propulsor a hélice instalado à retaguarda, pretendia possibilitar facilmente a transição para um motor a jato assim que o mesmo ficasse disponível. 
A aeronave não dispunha de empenagem, as asas enflechadas foram arrastadas para a traseira da fuselagem cada uma com um estabilizador vertical e leme ao centro, e o nariz foi provido de pequenas asas, futuramente designadas por Canards, cujo conceito seria usado em futuras aeronaves avançadas como são exemplos os Saab Viggen, alguns derivados do Mirage III, entre outros).

Nakajima Ki-100 Hien (Tony)

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O Kawasaki Ki-100 foi um de caça utilizado pelo Exército Imperial Japonês na Segunda Guerra Mundial. A designação atribuída pelo exército japonês era " Caça Tipo 5", mas nenhum nome de código foi atribuído pelos aliados até que as 275 células originalmente construídas como Ki-61 fossem modificadas para aceitar um motor radial em substituição do original motor em linha do Ki-61 ( Kawasaki Ha-40) cuja fabrica fora destruída por um bombardeamento da USAAF..
A medida de emergência para adaptar as células sem motor do caça Ki-61-II-KAI a um motor radial Mitsubishi resultou num dos melhores intercetores utilizados pelo exército japonês durante toda a guerra. Combinou uma excelente potência a uma grande capacidade de manobra e, embora o seu desempenho em alta altitude contra os bombardeiros pesados Boeing B-29 Superfortress ​​fosse limitado pela falta de um turbocompressor eficiente,o seu desempenho era melhor do que a maioria dos outros caças japoneses.

Nakajima Ki-61 Hien (Tony)

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O Nakajima Ki-61 Hien foi um caça usado pela Força Aérea do Exercito Imperial Japonês, “Dainippon Teikoku Rikugun Hikōsentai”, (IJAAS-Imperial Japanese Army Air Service ou IJAAF-Imperial Japanese Army Air Force ) na segunda guerra mundial, relatado pelos aliado pelo nome de código ""Tony". Nos primeiros encontros os pilotos aliados relataram o Ki-61, como Messerschmitt Bf 109. Posteriormente, relatórios do Departamento de Guerra dos EUA, referiam que este caça tinha origem num projeto italiano. Todas estas confusões tinham origem num facto simples, o Ki-61 era o único caça japonês produzido em massa para a guerra desenhado para utilizar um motor de 12 cilindros em V invertidos com refrigeração por líquido (todos os restantes caças monomotores japoneses da guerra utilizavam motores radiais de refrigeração a ar).

Nakajima Ki-84 Hayate (Frank)

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O Nakajima Ki-84 Hayate foi um caça usado pela Força Aérea do Exercito Imperial Japonês, “Dainippon Teikoku Rikugun Hikōsentai”, (IJAAS-Imperial Japanese Army Air Service ou IJAAF-Imperial Japanese Army Air Force ) na segunda guerra mundial, relatado pelos aliado pelo nome de código "Frank”. Com excelente desempenho e alta capacidade de manobra, o Ki-84 foi considerado o melhor e mais rápido caça japonês utilizado em operações em larga escala durante a segunda guerra mundial. Era capaz de igualar qualquer caça aliado e interceptar o B-29 Superfortress a elevadas altitudes. Dispunha de um poderoso armamento que podia incluir dois canhões de 30mm e dois de 20 mm que o tornavam letal.

Nakajima Ki-43 Hayabusa (Oscar)

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O Nakajima Ki-43 Hayabusa ("Falcão Peregrino") foi um caça usado pela Força Aérea do Exercito Imperial Japonês durante a segunda guerra mundial. Era designado nos relatórios Aliados por "Oscar", mas oficiosamente era designado por "Zero do exercito" pelos pilotos americanos devido à sua semelhança de perfil com o Mitsubishi A6M Zero da Marinha Imperial, diferindo essencialmente pela carlinga mais “limpa”, que a do Zero.
Pilotos aliados relatavam frequentemente que o Ki-43 era extremamente ágil e difícil de atingir, mas que bastavam alguns projeteis certeiros para o destruir. Apesar das suas fragilidades, o Ki-43 abateu mais aviões aliados do que qualquer outro caça japonês.

Mitsubishi Ki-51 (Sonia)

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O Mitsubishi Ki-51 designado de "Sonia" pelos aliados foi um bombardeiro ligeiro e de mergulho ao serviço do Exército Imperial Japonês durante a segunda guerra mundial. Voou pela primeira vez em meados de 1939 e foi inicialmente usado contra as forças chinesas durante a invasão da Manchuria. Era demasiado lento para enfrentar aviões de combate no entanto, teve um papel importante nas operações de ataque ao solo, e apoio próximo às unidades terrestres no teatro China-Burma-India, onde operava a partir de aeródromos improvisados de onde outras aeronaves eram incapazes de operar. No final da guerra, muitos do sobreviventes foram usados em ataques kamikaze.

Kawanishi N1K Kyofu (Rex) / N1K-J Shiden (George)

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O Kawanishi N1K Kyofu (“Strong Wind”) denominado de "Rex" pelos aliados foi um caça da marinha imperial japonesas equipado com flutuadores, destinado a ser usado na ofensiva japonesa a partir de ilhas do Pacifico onde não existissem aeródromos.
O Kawanishi N1K-J Shiden ("Violet Lightning") foi a versão terrestre do N1K designado de "George", pelos aliado que seria considerado um dos melhores caças japoneses de toda a Guerra na opinião quer dos seus pilotos quer dos seus oponentes.
O Shiden desenvolvia uma alta velocidade, dispunha de um pesado armamento e de uma surpreendente capacidade de manobra, em parte devido a um inovador interruptor de mercúrio que estendia automaticamente os flaps durante a viragem. Estes “flaps de combate” criavam maior arrasto permitindo ao caça efectuar curvas mais apertadas.