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Supermarine Spitfire

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Talvez nenhuma outra aeronave tenha atingido tanta fama como o Supermarine Spitfire, um caça britânico, geralmente considerado como um dos melhores caças a imergir da Segunda Guerra Mundial. 
Beneficiando de constantes melhorias e aperfeiçoamentos durante todo o seu período de produção, esteve sempre um passo a frente dos adversários mais directos, e manteve-se ao serviço da RAF durante toda a Segunda Guerra Mundial, e posteriormente até aos anos 50 do Séc. XX. 
No final da Guerra os inumeros Spitfire sobreviventes que se tornaram excedentários da RAF, foram adquiridos por mais de 30 forças aéreas de todo o mundo, tendo sido usados em conflitos regionais incluindo a Guerra da Coreia.
Ao todo foram produzidos 20351 spitfires nas suas, cerca de 40 versões, um número que o tornou o segundo caça mais produzido na Guerra (ultrapassado apenas pelo Alemão Messerschmitt Bf 109). 

Vickers-Armstrong Wellington

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O Vickers-Armstrong Wellington foi um bombardeiro, médio britânico, bimotor de longo alcance, projetado em meados dos anos 1930, pelo designer chefe da Vickers-Armstrongs Rex Pierson para responder á especificação B.9/32 do Ministério do Ar, que pretendia adquirir um bombardeiro bimotor diurno com maior desempenho que os projetos anteriores.
Foi a mais numerosa e mais importante aeronave do Comando de Bombardeiros da RAF nos primeiros anos da Segunda Guerra Mundial, até ser substituído em finais de 1942 pelos quadrimotores Avro Lancaster e Handley Page Helifax. 
No entanto, o Wellington continuou ao serviço até final da guerra, no Comando Costeiro da RAF, em missões de patrulha antissubmarino e como aeronave de instrução e transporte. Foi o mais produzido de todos os bombardeiros britânicos, e no final da guerra era ainda uma aeronave de primeira linha da RAF, tendo as últimas unidades permanecido ao serviço até 1953, como aeronave de instrução.

Handley-Page HP.52 Hampden

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O Handley-Page HP.52 Hampden foi um bombardeiro médio bimotor, que no início da Segunda Guerra Mundial, juntamente com o Armstrong-Whitworth AW38 Whitley e Vickers-Armstrong Wellington, formavam o núcleo da força da força de bombardeiros da RAF. 
Desenvolvido a partir de 1933, em resposta a uma especificação do Ministério do Ar Britânico que pretendia obter um bombardeiro bimotor de elevado desempenho para substituir os biplanos, já à data obsoletos, Boulton Paul P.29 Sidestrand e Boulton Paul P.75 Overstrand, voou pela primeira vez em junho de 1936 (K4240), no entanto no início da Guerra demonstrou graves fragilidades nomeadamente a nível do armamento defensivo. 
Depois de, numa primeira, fase sido retirado das operações de combate diurnas, foi, em 1943, definitivamente retirado de operação, após o advento dos primeiros bombardeiros quadrimotores, e depois de servir, durante um breve período, no Comando Costeiro da RAF como avião de patrulha marítima e bombardeiro torpedeiro.

Hawker Siddeley (BAe) Harrier

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O Hawker-Siddeley Harrier (atualmente BAe Harrier ou Boeing AV-8B Harrier) foi o primeiro avião de combate V/STOL (Vertical/Short Takeoff and Landing) a ser produzido em serie e a entrar em operecionalmente em combate. Foi o único projeto VTOL verdadeiramente bem-sucedido dos muitos que surgiram após finais da década de 1950 até inícios da de 1970. 
Emergiu do programa experimental P.1127/Kestrel iniciado autonomamente pela Hawker Siddeley nos finais da década de 1950 e seria introduzido na RAF a partir de abril de 1969, como corolário de uma sequência de acontecimentos mais ou menos afortunados.
Uma dessas afortunadas sequência de eventos conduziu à sua adaptação para uso naval pela Fleat Air Arm da Royal Navy, de onde emergiu o Sea Harrier, cuja atuação foi essencial para a vitória britânica na guerra das Falklands (Malvinas) em 1982.
Embora sofrendo inicialmente de uma serie de limitações de desempenho, insuficiente raio de combate e reduzida capacidade de carga bélica, tornar-se-ia um trunfo importante nas unidades de primeira linha da RAF e USMC (US Marine Corps).

DeHaviland DH-98 Mosquito

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O De Havilland DH 98 Mosquito foi um avião britânico projetado como bombardeiro pela De Havilland, em 1938 e usado pela RAF durante e após a II Guerra Mundial. Era uma máquina inovadora, refletindo um pensamento não convencional tanto no conceito operacional quanto na construção. Teve por isso que superar uma forte resistência oficial antes de ser finalmente aceite para o serviço. Originalmente concebido como bombardeiro rápido e desarmado, o Mosquito foi largamente produzido em dezenas de versões que o tornaram uma das mais versáteis aeronaves da Guerra, como bombardeiro tático de baixa e alta altitude, avião de reconhecimento fotográfico, caça pesado, caça noturno, caça-bombardeiro, e avião de ataque marítimo. Uma das suas características diferenciadoras era a sua construção, quase na totalidade, em contraplacado de madeira, que o tornava leve e resistente, capaz de conservar a integridades estrutural mesmo após ter sofrido danos na estrutura e na fuselagem.

Fairey Firefly

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O Fairey Firefly foi um caça naval britânico desenvolvido durante a Segunda Guerra Mundial como um substituto do bem sucedido Fairey Fulmar e tal como o seu antecessor foi projetado segundo o conceito da FAA (Fleet Air Arm) da Royal Navy de um caça de reconhecimento de dois lugares, piloto e navegador/observador. Superior em todos os níveis ao seu antecessor, o Fairey Firefly entrou ao serviço, apenas no final da Segunda Guerra Mundial, mas já nessa altura se tornou visível que o conceito sob o qual fora desenvolvido limitava o seu desempenho como caça de combate. Consequentemente foi adaptado pela FAA para as funções de reconhecimento armado,  ataque antissubmarino, ataque e apoio próximo, funções que cumpriria com distinção durante a década seguinte ao final da Segunda Guerra, nomeadamente durante a Guerra da Coreia.

Fairey Fulmar

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O Fairey Fulmar foi um caça naval de dois lugares desenvolvido pela Fairey Aviation Company Limited e construido após a eclosão da segunda guerra mundial para a FAA (Fleet Air Arm) com consideráveis semelhanças ao bombardeiro ligeiro Fairey Battle.
Embora o seu desempenho não fosse espetacular, demonstrou ser modestamente bem sucedido durante a fase inicial da guerra, cumprindo adequadamente a sua função até a FAA conseguir obter um substituto mais capaz, ainda que dentro da sua linha de desenvolvimento, o Fairey Firefly.
Durante a Segunda Guerra Mundial os Fulmar destruíram 112 aeronaves inimigas, um numero que pode parecer modesto, porém esse numero de vitórias aéreas tornam-no o caça naval da FAA (Fleet Air Arm) com o maior numero de vitórias durante o conflito.