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North American B-25 Mitchell

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O North American B-25 Mitchell foi um bombardeiro médio bimotor Norte Americano comummente considerado um dos melhores bombardeiros operacionais da Segunda Guerra Mundial. Ao excelente desempenho, manobrabilidade e versatilidade juntava-se a eficiência e docilidade dos controlos, características que determinaram que fosse produzido em grande quantidade, com um total de 9816 unidades.
Foi utilizado pela USAAF em praticamente todos os teatros de operações da Guerra e US Navy em numero significativo, e foi igualmente fornecidos em grandes quantidades em regime de Lend-Lease às forças beligerantes de outros países aliados nomeadamente à Grã-Bretanha, União Soviética, Holanda, Austrália e Brasil.
Mesmo que o B-25 Mitchell não tivesse tido uma carreira tão importante, ele teria mesmo assim alcançado a fama, por ter protagonizado uma das mais ousadas operações aéreas de toda a Segunda Guerra Mundial, o ataque de Doolittle ao Japão em 1942.

Martin B-26 Marauder

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O Martin B-26 Marauder foi um dos mais importantes bombardeiros médios americanos da Segunda Guerra Mundial. 
Operou com distinção na maioria dos grandes teatros da guerra, porém, durante os primeiros tempos em operação adquiriu a reputação de “fazedor de viúvas”, da qual nunca se conseguiria de todo libertar. Depois das tripulações serem devidamente treinadas e ter sido sujeito a modificações na sua aerodinâmica (maior envergadura, diferente ângulo de incidência das asas e um estabilizador vertical e leme de maiores dimensões), o B-26 Marauder tornou-se de facto no bombardeiro da USAAF com menor taxa de perdas.
Entre fevereiro de 1941 e março de 1945 foram produzidos 5288 B-26 Marauder, 522 dos quais foram operados pela Royal Air Force e South African Air Force, mas quando em 1947 a USAF (United States Air Force) foi criada como ramo independente das forças armadas norte americanas todos os Marauder tinham sido retirados de serviço. 

Martin Baltimore

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O Martin (Modelo 187) Baltimore  foi um bombardeiro ligeiro, bi-motor construído pela Glenn L. Martin Company nos Estados Unidos, originalmente encomendado pelos franceses em maio de 1940 como uma evolução do anterior Martin (Modelo 167) Maryland, mas que por força da capitulação da França, teve as sua produção desviada para a Grã-Bretanha que o usou quase exclusivamente no teatro do Mediterrâneo e Oriente Médio da Segunda Guerra Mundial .
O desenvolvimento inicial do Baltimore foi assediado por uma série de problemas, no entanto a aeronave acabaria por se tornar num avião de ataque bastante versátil, com uma produção que atingiu as 1575 unidades. A aeronave não seria adotada pela USAAF (United States Army Air Force) mas foi durante a Guerra operado, pelas forças aéreas da Grã-Bretanha (RAF), Australia (RAAF), Canadá (RCAF), Africa do Sul (SAAF), Grécia (RHAF -Royal Hellenic Air Force ) e Itália (Aeronautica Militare) já no pós Guerra.

Martin B-10

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O Martin (Modelo 139) B-10 foi o primeiro bombardeiro monoplano de construção totalmente metálica a entrar em plena produção para o US Army Air Corps (USAAC), iniciando uma revolução no design de bombardeiros, ao incorporar características inovadoras que se tornaram padrão nos bombardeiros, nas décadas que se seguiram. 
Essas caracteristicas incluíam, estrutura metálica, cockpits fechados, torres giratórias de metralhadoras (quase simultaneamente à torre de nariz fechada do bombardeiro biplano britânico Boulton Paul P.75 Overstrand), trem de aterragem retrátil, compartimento interno de bombas e motores fechados em carenagens NACA aerodinâmicas para diminuir o arrasto. O surgimento do Martin B-10 tornou todos os bombardeiros existentes completamente obsoletos, tal como muitos dos caças (aeronaves de perseguição segundo o conceito seguido no USAAC) seus contemporâneos.
O projeto da Glenn L Martin foi verdadeiramente revolucionário, definindo o padrão de todos os futuros bombardeiros, razão pelo que a empresa foi, em 1932, premiada com o Troféu Collier.

Boeing (McDonnell Douglas) F/A-18E/F Super Hornet

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Em finais da década de 1980 a US Navy estava, apesar de muitas vozes criticas mais ou menos contundentes, satisfeita com o desempenho do F/A-18 Hornet, no entanto também reconhecia que a aeronave tinha certas limitações, nomeadamente a insuficiente carga bélica e o reduzido raio de combate. Perante a eminente obsolescência de outras aeronaves, nomeadamente o caça de superioridade aérea Grumman F-14 Tomcat, a US Navy decidiu iniciar o desenvolvimento de um substituto, tomando como base o Hornet mas numa escala aumentada. O resultado foi o caça naval polivalente F/A-18E/F Super Hornet, aparentemente uma nova versão do Hornet, mas que foi claramente definido pelo construtor (McDonnell Douglas/Boeing) como uma nova aeronave, a partir da qual seria alguns anos depois desenvolvida a atual plataforma tática da guerra eletronica da US Navy o EA-18G Growler
Em 2019 prevê-se que seja iniciado o programa de upgrade da frota de Super Hornet para o padrão Block 3, pelo qual a aeronave poderá manter-se em operação até 2040.

McDonnell Douglas (Boeing) F/A-18 Hornet

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O McDonnell Douglas F/A-18 Hornet é um caça polivalente, para qualquer tempo, originalmente concebido para operar a partir de porta aviões como caça e avião de ataque para a US Navy (daí a designação F/A). 
O F/A-18 foi o resultado da aposta da US Navy no Northrop YF-17 que perdera para o General Dynamics YF-16 o contrato de fornecimento de caças para a USAF, mas que fora considerado genericamente equivalente ao vencedor, e com características que a US Navy valorizava nas suas aeronaves. A falta de experiência da Northrop levou-a a associar-se à McDonnell Douglas (agora Boeing ) que a partir do YF-17 desenvolveu o F/A-18 Hornet para uso da US Navy e US Marine Corps posteriormente exportado para mais sete países. Desde que entrou ao serviço em inicios da década de 1980 a sua versatilidade e confiabilidade tornaram-no num valioso recurso operacional, apesar de algumas vozes criticas à sua falta de alcance e carga quando comparado com os seus contemporâneos anteriores, o caça de superioridade aérea Grumman F-14 Tomcat e os aviões de ataque Grumman A-6 Intruder e LTV A-7 Corsair II.

Grumman XF5F-1 Skyrocket

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O Grumman XF5F Skyrocket foi um protótipo de um caça naval bimotor proposto e construído pela Grumman durante o período que antecedeu a entrada do EUA na Segunda Guerra Mundial, para a US Navy. De aparência única, a aeronave demonstrou inúmeros problemas que não foram solucionados durante o período de teste e por isso foi preterido pela US Navy a favor de caças monomotor, mais baratos de produzir e de manter, e sobre os quais o Skyrocket não demonstrava vantagens acrescidas em termos de performance. Um protótipo para uma versão baseada em terra, o XP-50, foi também construído, a pedido do USAAC (antecessor da USAAF, mais tarde USAF), mas, embora tivesse demonstrado performances melhores que o seu antecessor, veria também o seu desenvolvimento abandonado depois do protótipo ter sido perdido devido a uma falha do turbocompressor de um dos motores.