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Supermarine Spitfire

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Talvez nenhuma outra aeronave tenha atingido tanta fama como o Supermarine Spitfire, um caça britânico, geralmente considerado como um dos melhores caças a imergir da Segunda Guerra Mundial. 
Beneficiando de constantes melhorias e aperfeiçoamentos durante todo o seu período de produção, esteve sempre um passo a frente dos adversários mais directos, e manteve-se ao serviço da RAF durante toda a Segunda Guerra Mundial, e posteriormente até aos anos 50 do Séc. XX. 
No final da Guerra os inumeros Spitfire sobreviventes que se tornaram excedentários da RAF, foram adquiridos por mais de 30 forças aéreas de todo o mundo, tendo sido usados em conflitos regionais incluindo a Guerra da Coreia.
Ao todo foram produzidos 20351 spitfires nas suas, cerca de 40 versões, um número que o tornou o segundo caça mais produzido na Guerra (ultrapassado apenas pelo Alemão Messerschmitt Bf 109). 

North American T-6 Texan

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North American T-6 Texan (também designado Harvard, Yale, T-Bird, Mosquito, ou simplesmente T-6 ou SNJ) foi um avião de instrução criado durante o final da década de 1930, posteriormente construído em grande número e utilizado por mais de 55 forças aéreas de países de todo o mundo até meados da década de 1970. Foram construídas 15495 unidades de T-6 em diversas versões pela North American Aviation e por empresas não Americanas sob licença nomeadamente a canadiana Canadian Car & Foundry (outras fontes indicam números de produção de 17096 unidades, 20110 *, ou 21342* considerando neste caso todas as variantes derivadas do NA-16). Embora construído para instrução básica o T-6 acabaria por desempenhar funções de combate, nomeadamente missões contrainsurgência (COIN) em alguns conflitos regionais na segunda metade do Seculo XX, depois de participar ativamente nos três últimos grandes conflitos do Século, Segunda Guerra Mundial, Guerra da Coreia e Guerra do Vietename. Apesar disto o T-6 Texan é conhecido fundamentalmente per ter sido um excelente avião de instrução responsável pela formação de centenas de milhares de pilotos ao longo de cinco décadas.

Fiat G.91 Gina

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O Fiat G.91 foi um avião de ataque leve (LWSF-Light Weight Strike Fighter) projetado e construído pela Fiat Aviazione (mais tarde, Aeritalia), em resposta à especificação NBMR-1 da NATO emitida no inicio da década de 1950. Embora se tenham frustrado as elevadas espectativas iniciais de produção, seriam construidos 756 Fiat G.91 durante um periodo de 19 anos, incluindo 2 protótipos e 27 aeronaves de pré-produção. As linhas de montagem foram encerradas em 1977, mas antes disso a Fiat produziu para a Força aérea Italiana uma versão avançada da aeronave, o Fiat G.91Y
O Fiat G.91 entrou em operação na Força Aérea Italiana em 1961 e da Luftwaffe da Alemanha Ocidental no ano seguinte. Na década de 1960 a Força Aérea Portuguesa, adquiriu à Luftwaffe 40 Fiat G.91 que utilizou extensivamente durante a Guerra Colonial Portuguesa em África até 1974. O Fiat G.91 desfrutou de uma longa vida em operação que se estendeu ao longo de 35 anos, até 1995 quando as ultimas unidades foram retiradas de operação em Itália.

Ling-Temco-Vought A-7 Corsair II

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O A-7 Corsair II é um avião de ataque mono reator, asa alta, com capacidade para operar a partir de porta-aviões ou bases terrestres, desenvolvido e fabricado pela Ling-Temco-Vought a partir da década de 1960. A sua conceção foi baseada no caça de superioridade aérea da US Navy Vought F-8 Crusader operado desde a década de 1950, e a sua produção, entre 1955 e 1984 atingiria as 1355 unidades. 
Teria uma vida operacional longa de cerca de 49 anos, ao serviço da US Navy e USAF entre 1966 e 1991, da Força Aérea Portuguesa de 1980 a 1999 e da Força Aérea Grega ente 1975 e 2014. Ao serviço das forças Norte Americanas os A-7 tiveram um amplo uso operacional na Guerra do Vietname e posteriormente participaram em várias operações militares Norte Americanas, durante a década de 1980, em Granada, Líbano (1983), Líbia (1986) e no Iraque em 1990 nas operações Desert Shield e Desert Storm.

Embraer KC-390

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O Embraer KC-390 é o protótipo da aeronave a jato de transporte tático polivalente, futuramente a designar C-390, desenvolvido pela Embraer Defesa e Segurança.
Visando atender primariamente aos requisitos operacionais da Força Aérea Brasileira, para substituição do C-130 Hercules, o seu desenvolvimento pretendeu estabelecer um novo padrão para o transporte militar médio, em consequência da Embraer pretender lança-lo como potencial substituto de aeronaves daquela classe em operação noutras forças aéreas. Trata-se da maior aeronave, projetada até hoje na América Latina, porém sendo um projeto de grande envergadura e tecnologicamente avançado, envolve a participação da indústria aeronáutica de outros países, incluindo Portugal, Argentina e Republica Checa, quer na conceção e integração de sistemas e componentes, quer na projetada futura construção, com componentes e sistemas fornecidos por vários gigantes mundiais da industria aeronáutica.

SPAD S.VII e S.XIII - Os aviões SPAD da Grande Guerra

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Frequentemente referido como o Spitfire da Primeira Guerra Mundial, o SPAD S.VII entrou ao serviço das forças francesas em 1916, e manteve-se ao serviço nas frentes de combate até ao Armistício em 1918. Quando pela primeira vez entrou em combate rapidamente se colocou em vantagem perante os seus opositores, pela sua velocidade, taxa de subida e construção robusta que lhe permitia realizar um voo picado a alta velocidade sem sofrer danos estruturais. Durante o tempo que esteve operação foram-lhe sendo implementadas melhorias sucessivas que culminaram no mais bem sucedido e capaz SPAD S.XIII. O seu sucesso como caça é demonstrado pelo numero de países que o adotaram durante o conflito e o mantiveram em operação durante bastantes anos após o fim da Primeira Guerra, Bélgica, Rússia, Reino Unido, EUA e claro o seu maior operador a França que o manteve em operação até 1928.

Republic F-84 Thunderjet, Thunderstreak, Thunderflash

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O F-84 Thunderjet foi um caça diurno, propulsionado por um único turbojato, produzido pela empresa norte-americana Republic Aviation Corporation. 
Projetado durante a fase final da Segunda Guerra Mundial, o Thunderjet, que constituiu, conjuntamente com o seu contemporâneo F-80 Shooting Star, a primeira geração de caças a jato de produção norte-americana, voou pela primeira vez em 1946, mas apenas em 1949, com o modelo F-84D, foi considerado totalmente operacional, tendo atingido a plena maturidade com a sua versão F-84G em 1951.
As limitações das impostas em combate aéreo pelas suas asas retas conduziram ao desenvolvimento de uma versão de asas em flecha o F-84F Thunderstreak do qual surgiria uma versão destinada ao foto-reconhecimento o RF-84F Thunderflash. As versões de asas retas foram largamente usadas na Guerra da Coreia como caças bombardeiros, mas as de asas em flecha não chegaram a tempo de serem implementadas nesse teatro. Apesar disso, foram amplamente produzidas para a USAF e países aliados dos EUA, mantendo-se em serviço em alguns até 1974.