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Curtiss P-36 Hawk (Mohawk)

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O Curtiss P-36 foi um dos primeiros de uma nova geração de caças monoplanos a entrar ao serviço da USAAC ( United States Army Air Corps), contemporâneo do Messerschmitt Bf 109, do Hawker Hurricane e do Supermarine Spitfire que começaram a entrar ao serviço em meados da década de 1930. Embora herdasse o mesmo nome, o P-36 não tinha qualquer relação com o anterior biplano da Curtiss, P-1 Hawk. 
Teve a sua origem no Modelo 75 da Curtiss, originalmente desenvolvido para um concurso de fornecimento de caças à USAAC que decorreu em maio de 1935 e, embora formalmente tenha perdido o concurso para o Seversky P-35, no final tornar-se-ia o verdadeiro vencedor tendo sido adquiridas 227 unidades pela USAAC, exportadas 753 e 25 construídas sob licença noutros países (o Seversky P-35 apenas conseguiu um contrato para 77 unidades).Conhecido como o antecessor do Curtiss P-40 Warhawk , o P-36 praticamente não foi usado pela USAAC durante a Segunda Guerra Mundial, foi no entanto o caça usado mais extensivamente e com sucesso pelo Armee de l'air durante a Batalha de França .

Short S.25 Sunderland

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Durante os anos de 1920 e 1930 assistiu-se a um rápido desenvolvimento dos hidroaviões, barcos voadores de grandes dimensões multimotores utilizados durante este período para o transporte intercontinental de passageiros.
Os Short S.25 Sunderland, foram a versão militar dos proeminentes hidroaviões de transporte civil britânicos, Short S.23 Empire  construídos a partir da segunda metade dos anos de 1930. Técnicamente designados por aviões de reconhecimento marítimo, a sua grande autonomia e capacidade de transporte de armamento ofensivo e defensivo (alemães chamavam-lhe o “porco-espinho voador”) tornou-os ideais para a escolta de comboios marítimos e na luta antissubmarina, no Mar do Norte, Atlântico e Mediterrâneo.
Foram produzidos até 1945, em grandes quantidades totalizando 744 aeronaves e operaram intensamente e sem interrupção durante toda a Segunda Guerra Mundial, e posteriormente ao serviço da RAF até 1959.
Terminada a guerra, uma quantidade significativa foi transformada para transporte civil, com a acomodação para 20 a 40 passageiros.

North American F-86 Sabre

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O North American F-86 Sabre foi um caça a jato, de segunda geração, desenvolvido a partir do final de 1944 e que se tornaria o caças mais produzidos no Ocidente, no tempo da Guerra Fria. Ficou famoso pelo seu envolvimento na Guerra da Coreia, onde defrontou com sucesso o seu principal oponente o Soviético MiG-15, e apesar de, no final de 1950, já não ser um avião de primeira linha, manteve-se no ativo durante mais de quatro décadas em muitas forças aéreas (as ultimas unidades foram retiradas de operação em 1994, pela Força Aérea da Bolívia). Foi o mais proeminente avião de combate a jato de segunda geração, incorporando todos os desenvolvimentos tecnológicos da sua época, mas também beneficiando dos avançados conceitos aerodinâmicos desenvolvidos pelos cientistas Alemães no decorrer da Segunda Guerra Mundial. Foi construído nos Estados Unidos, Canadá, Itália, Austrália e Japão em várias variantes e operado por mais de 35 forças aéreas, representando um importante papel na defesa do mundo Ocidental nos primeiros anos da Guerra Fria e em conflitos importantes como a Guerra da Coreia.

Northrop T-38 Talon

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O Northrop T-38 Talon é o primeiro avião supersónico de instrução, que ainda hoje, 50 anos após o seu primeiro voo, continua ao serviço da USAF.
A sua construção deriva do projecto N-156 da Northrop que visava a produção de um caça ligeiro de baixo custo e multifuncional, que mais tarde daria origem ao F-5A Freedom Fighter. No entanto o desinteresse da USAF num caça com essas características levou numa primeira fase, a Northrop a responder a um pedido para uma aeronave de instrução, com uma versão adaptada para instrução do N-156. Realizado o primeiro voo, em março de 1959, a aeronave foi adaptada pela USAF sob a designação de Northrop T-38 Talon.
Desde então, e até 1972, foram construídas 1 187, T-38 Talon, das quais cerca de metade se encontra ainda (2016) em operação nos EUA (508 na USAF, 32 na NASA e 10 na US Navy) e Força Aérea Turca (33), passados mais de cinquenta anos do seu primeiro voo.

Lockheed T-33 Thunderbird (T-Bird)

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O Lockheed T-33 Thunderbird é um avião a jato de instrução, com lugares em tandem, derivado do Lockheed P-80 Shooting Star, o primeiro avião a jato a equipar as unidades de caça da USAAF, a partir de 1945. 
Originalmente designado por TF-80C, fez seu primeiro voo em 22 de Março 1948, tendo sido de imediato adotado. Para além da USAAF (USAF a partir de setembro de 1947) o Lockheed T-33 seria também operado pela US Navy e pelas forças aéreas de mais de 40 países, a partir de 1949 até aos dias de hoje, embora a maior parte tenha sido retirada de serviço nos anos de 1980 e 1990 (a Força Aérea Boliviana mantinha em 2015, quinze T-33 ainda operacionais depois de terem sido modernizados pela Canadair).
Um total de 6557 Thunderbird foram produzidos, 5691 pela Lockheed nos EUA entre 1948 a 1959, 210 pela Kawasaki no Japão e 656 pela Canadair como CT-133 Silver Star. 

Lockheed P-38 Lightning

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O Lockheed P-38 Lightning distinguiu-se entre os aviões de combate da Segunda Guerra Mundial, devido, principalmente, à sua versatilidade. Foi usado como caça de alta, média e baixa altitude, interceptor, escolta de longo alcance, bombardeiro ligeiro e de mergulho, caça noturno e avião de foto reconhecimento. Distintivo na aparência, o P-38 está entre os maiores e mais pesados aviões de combate da Segunda Guerra, e um dos mais rápidos e de maior teto de serviço. 
Operou durante a Segunda Guerra em quase todos os teatros de operações desde a Europa e Norte de África, ao Pacifico, demonstrando o seu elevado potencial.
Durante o período de 1940 a 1945 foram produzidas um total de 9,923 aeronaves em cerca de 16 variantes e subvariantes.

Lockheed Martin F-16 Fighting Falcon

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O Lockheed Martin F-16 Fighting Falcon é um caça a jato polivalente, monomotor, altamente manobrável, apto a operar em todas as condições meteorológicas e de luminosidade. Originalmente concebido e desenvolvido pela General Dynamics para a Força Aérea dos Estados Unidos, a partir de um conceito experimental (LWF), como um intercetor diurno de curto alcance, complementar ao poderoso e sofisticado McDonnell Douglas F-15 Eagle de superioridade aérea, foi evoluindo gradualmente para a função de caça polivalente de elevado desempenho, com capacidade para atuar em todas as condições atmosféricas de dia e de noite. O F-16, nas suas várias versões e derivações, tornou-se o caça de combate mais produzido e difundido do ocidente. Apesar de já estar a ser abatido na USAF, que o pretende substituir até 2026 pelo Lockheed Martin F-35 Lightning II, continua a ser exportado, estando neste momento ao serviço das forças aéreas de 25 países.