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Zeppelin - Dirigiveis rigidos alemães

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A palavra Zeppelin (Zepelim em português), hoje sinónimo de “dirigível rígido”, ou “dirigível”, teve origem no nome do conde Ferdinand von Zeppelin, que no início do século XX projetou e construiu os primeiros dirigíveis rígidos, tornando-se pioneiro no transporte aéreo de passageiros e carga por via aérea. Nos anos que antecederam a Primeira Grande Guerra, o exército e marinha alemãs viram o Zeppelin como uma potencial arma de guerra e por isso financiaram as pesquisas da Luftschiffbau-Zeppelin,GmbH que o Conde criara para construir e explorar comercialmente as aeronaves. Durante a Guerra o exército e principalmente a marinha alemãs fizeram uso extensivo de dirigíveis para reconhecimento e bombardeamento (mais de 100 dirigíveis foram construído e usados durante a Guerra), mas foi nas décadas de 1920-30 que os Zeppelins atingiram o auge, estabelecendo rotas de transporte de passageiros entre a Europa e a América. Poucos anos antes do início da Segunda Guerra Mundial, o Zeppelin seria eclipsado dos céus devido ao acidente do LZ-129 Hidenburg., que, não sendo o mais grave dos acidentes ocorridos com dirigíveis, seria o pretexto para a irradicação destas aeronaves do uso civil. 

SPAD S.VII e S.XIII - Os aviões SPAD da Grande Guerra

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Frequentemente referido como o Spitfire da Primeira Guerra Mundial, o SPAD S.VII entrou ao serviço das forças francesas em 1916, e manteve-se ao serviço nas frentes de combate até ao Armistício em 1918. Quando pela primeira vez entrou em combate rapidamente se colocou em vantagem perante os seus opositores, pela sua velocidade, taxa de subida e construção robusta que lhe permitia realizar um voo picado a alta velocidade sem sofrer danos estruturais. Durante o tempo que esteve operação foram-lhe sendo implementadas melhorias sucessivas que culminaram no mais bem sucedido e capaz SPAD S.XIII. O seu sucesso como caça é demonstrado pelo numero de países que o adotaram durante o conflito e o mantiveram em operação durante bastantes anos após o fim da Primeira Guerra, Bélgica, Rússia, Reino Unido, EUA e claro o seu maior operador a França que o manteve em operação até 1928.

Sopwith Pup (Scout)

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O Sopwith Pup foi a primeira aeronave britânica equipada com uma metralhadora de disparo sincronizado com a hélice, podendo por isso classificar-se como o primeiro caça britânico monolugar. Construído pela Sopwith Aviation Company entrou ao serviço do RFC (Royal Flying Corps) e do RNAS (Royal Navy Air Service), no Outono de 1916, oficialmente designado por Sopwith Scout, porém os pilotos viriam a designa-lo comummente por Pup (cachorrinho), por o acharem o filhote do maior Sopwith 1½ Strutter de dois lugares (curiosamente todas as aeronaves posteriores da Sopwith teriam a designação de animais, Camel, Snipe Dolphin). As excelentes características de voo e boa capacidade de manobra, tornaram os Pup bem sucedidos nos primeiros meses após a sua entrada ao serviço, porém seriam rapidamente ultrapassado pelos mais recentes caças alemães, e retirado da frente de combate assim que novos caças mais evoluídos ficaram disponíveis.

Sopwith F.1 Camel

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O Sopwith F.1 Camel, assim apelidado devido a carenagem em forma de corcunda que protegia as suas armas,  foi o mais famoso avião caça britânico da Primeira Guerra Mundial tendo abatido mais aviões inimigos do que qualquer outro caça aliado durante a Primeira Guerra Mundial.
O primeiro semestre de 1917 fora particularmente mau para as forças aéreas aliadas na frente ocidental, que somavam elevadas perdas em aviões e pilotos. Só no mês de abril que ficaria conhecido por «abril sangrento», o RFC (Royal Flying Corps) perdera 275 aeronaves e cerca de 400 tripulantes (207 mortos) demonstrando a supremacia das aeronaves da Luftstreitkräfte.
A introdução do Sopwith Camel na frente em junho de 1917, forneceu o impulso necessário à campanha aérea dos aliados, equilibrando numa primeira fase, e seguidamente superando, as forças da Luftstreitkräfte, quando em fevereiro do ano seguinte atingiu o máximo de efetivos em operação.

Albatros tipo D

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O Albatros tipo D (Biplano, monolugar, armado) foi uma família de aviões de caça desenvolvidos e construídos pela Albatros-Flugzeugwerke,GmbH para o Império Alemão durante a Primeira Guerra Mundial, e que seria o mais numeroso dos aviões a equipar os esquadrões de caça alemães e austríacos (Jagdstaffelndurante os anos finais da guerra. 
Na primavera de 1916, o aparecimento de novos caças aliados, na frente Ocidental especialmente o francês Nieuport 11 e o britânico Airco DH2, determinaram a necessidade alemã de obter um substituto para o ultrapassado Fokker Eindecker
 A situação tornara-se crítica, antes de Verdun e mais tarde no Somme, com as aeronaves aliadas a observarem constantemente as posições alemãs sem oposição, aumentando significativamente a ameaça para os soldados alemães nas trincheiras...

Fokker D.VII

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O Fokker D.VII foi um caça criado pela Fokker Flugzeugwerke para o Império Alemão durante a Primeira Guerra Mundial. 
Projetado por Reinhold Platzdispunha de uma estrutura robusta, excelente manobrabilidade e era de fácil controlo até por pilotos menos experientes o Fokker D.VII é ainda hoje considerado um dos melhores caças da sua época com um sucesso que se prolongaria pela década de 1920.
A importância atribuída a este caça pelas forças Aliadas, era de tal forma significativa que o documento do Armistício, na sua secção quatro indica expressamente os Fokker D.VII como tendo que ser entregues às forças vencedoras, sendo a única arma expressamente identificada no documento.
Após a Guerra, Anthony Fokker conseguiu concluir e vender um grande numero de aeronaves que contrabandeara para a Holanda, apesar do Armistício.

Avro 504

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O Avro 504 foi um dos mais bem sucedidos biplanos cuja origem remonta ao inicio da Primeira Guerra Mundial. A sua produção, que durante a Guerra totalizou 8970 unidades, continuou por quase 20 anos, tornando-o a aeronave da Primeira Guerra Mundial mais-produzida, ultrapassando as 10.000 unidades entre 1913 e o ano em que cessou a sua produção, 1932.