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Caudron tipo G

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Caudron tipo G foi uma família de biplanos franceses, desenhados por René e Gaston Caudron,  amplamente utilizados durante a primeira guerra mundial em funções de reconhecimento, bombardeamento e  instrução.
No inicio da primeira guerra mundial, o monomotor Caudron G.3, uma adaptação para fins militares do Caudron G.2, foi amplamente usado como avião de reconhecimento, no entanto a rápida evolução da aviação levaria ao desenvolvimento de um bimotor (o primeiro bimotor da história da aviação a ser largamente produzido), o Caudron  G.4, construído a partir de 1915, e inicialmente usado como um bombardeiro, e avião de reconhecimento capaz de chegar ao interior da  Alemanha. Seria relegado para operações noturnas e instrução, assim que a Deutsche Luftstreitkräfte (precursora da Luftwaffe) se desenvolveu como uma eficaz força de combate tornando o G.4 um alvo fácil para os seus caças.

Junkers Ju 87 Stuka

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Os soldados e civis que participaram ou presenciaram a invasão alemã na Europa, principalmente durante os primeiros meses da Blitzkrieg, descreviam que, durante aos bombardeamentos, um certo avião mergulhava ao som agudo de uma sirene, em ângulos quase retos, sobre tudo o que mexia despejando bombas e terror. Esse avião era o odiado e temido bombardeiro de mergulho Junkers Ju 87 Stuka.
O Stuka não era uma simples arma de guerra, cujo propósito era destruir seu alvo, mas também uma ferramenta bélica com o objetivo psicológico de aterrorizar um adversário não habituado ao novo conceito de guerra relâmpago.
É particularmente relembrado pelas operações de terror sobre as estradas de França repletas de civis que com o seu parcos haveres fugiam perante o avanço dos exércitos alemães durante a batalha de França.

Fairey Swordfish

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O Fairey Swordfish foi um bombardeiro e torpedeiro, biplano, projetado pela Fairey Aviation Company, e usado pela Fleet Air Arm (FAA) da Royal Navy durante a Segunda Guerra Mundial.
Desenvolvido da década de 1930, o Swordfish, apelidado de "Stringbag", era um projeto desatualizado no início da Segunda Guerra Mundial em 1939, mas permaneceu ao serviço, na linha de frente até ao final das hostilidades, sobrevivendo a várias aeronaves destinadas a substituí-lo. Foi inicialmente operado como avião de ataque da frota britânica e mais tardiamente como avião anti-submarino e de instrução.

Martin MB-1, MB-2/NBS-1

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O Martin MB-1 foi o primeiro bombardeiro bimotor projetado e construido nos Estados Unidos da America no final da década de 1910. Projetado e construído pela Glenn L. Martin Company para o United States Amy Air Service (USAAS), a partir de 1917, entraria demasiado tarde ao serviço para participar na Primeira Guerra Mundial. 
Apenas foram produzidas dez unidades do MB-1 que assumiram diferentes funções incluindo transporte de passageiros e correio aéreo, no entando na decada de 1920 dele emergiria uma versão melhorada inicialmente denominada de Martin MB-2, (posteriormente NBS-1) que seria o primeiro bombardeiro produzido em grandes quantidades nos EUA. Foram construidos 120 NBS-1, durante a decada de 1920, que permaneceram no ativo da USAAS até ao inicio da decada de 1930, quando foram substituidos pelos Keystone B.

Blackburn B-26 Botha

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Em 22 de maio de 2014 num trabalho da BBC foram apresentados os que seriam os dez piores aviões até hoje construídos. Entre eles, dois foram produzidos pela extinta Blackburn Aircraft, o Blackburn B.25 Roc e o Blacburn B.26 Gotha.
Blackburn B.26 Botha foi um avião bimotor britânico construído como aeronave de patrulha reconhecimento e bombardeiro torpedeiro baseado em terra construído pela Blackburn Aircraft nas suas fábricas de Brough e Dumbarton, concorrente com o Bristol Beaufort, a duas especificações do Ministério do Ar Britânico de 1935. 
Entrou em serviço da RAF em 1939, porém demonstrou de imediato ser inadequado para qualquer das funções para que fora construído. Era temido e odiado pelas tripulações por ser pouco confiável e propenso a acidentes tendo sido rapidamente retirado de todas a funções operacionais.

Bristol (Tipo 152) Beaufort

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O Bristol Beaufort foi um bombardeiro-torpedeiro britânico projetado e desenvolvido pela Bristol Aeroplane Company a partir da experiência adquirida com o projeto e construção anterior do bombardeiro ligeiro Blenheim,  em resposta a duas especificações do Ministério do Ar emitidos em 1935. A M.15/35 para um bombardeiro-torpedeiro e a G.24/35 para um bombardeiro apto a realizar operações de patrulha e reconhecimento. Os Beaufort entraram inicialmente ao serviço do Comando Costeiro da RAF e, em seguida, da Royal Navy no ano de 1940. Foram usados ​​como torpedeiros, bombardeiros convencionais e lança minas até 1942, altura em que foram retirados de serviço operacional passando a ser usados para instrução até ser abatido ao serviço em 1945. 
O Beaufort (produzido localmente pelo DAP) foi mais amplamente utilizado pela Real Força Aérea Australiana (RAAF) no teatro do Pacífico, onde  foram usados ​​até o fim da guerra.

Bristol (Tipo 156) Beaufighter

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O Bristol Beaufighter foi um caça pesado britânico que entrou ao serviço da Royal Air Force (RAF), um ano depois do inicio da segunda guerra mundial, no momento em que era desesperadamente necessário. 
Desenvolvido como um caça de longo alcance a partir dos componentes principais do torpedeiro Bristol Beaufort, inicialmente como um empreendimento particular financiado pela propria Bristol Aeroplane Company, o projeto acabaria por receber a aprovação do Ministério do Ar Britânico pouco mais de oito meses depois de ter sido iniciado e duas semanas antes do primeiro protótipo voar seria emitida, uma ordem de produção para 300 aeronaves sob especificação F.17/39. 
Ao contrário do Beaufort, o Beaufighter teve uma longa carreira, servido em quase todos os teatros da Segunda Guerra Mundial , primeiro como um caça noturno, e depois como caça-bombardeiro, e torpedeiro.