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SEPECAT Jaguar

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O SEPECAT Jaguar é uma aeronave de ataque tático, resultado de um projeto conjunto da inglesa BAC (atual BAE), e da francesa Breguet (atual Dassault), que criaram para o efeito a Société Européenne de Production de l'Avion d'École de Combat et d'Appui Tactique (SEPECAT). 
Originalmente concebido como um avião de instrução avançada e apoio tático, viria a evoluir para um caça-bombardeiro por excelência. 
O primeiro protótipo voou em setembro de 1968, dando origem a quatro versões básicas de produção, duas para a Royal Air Force (RAF) e duas para o Armée de l'air (AA), sendo ainda construído um protótipo para uma versão naval, o Jaguar M, que no entanto não entraria em produção. 
Os Jaguar ingleses e franceses tiveram sua hora de glória durante a Guerra do Golfo, onde foram extensivamente utilizados, mas a aeronave foi adotada por outros países entre eles Omã, Equador, Nigéria e Índia, atualmente o maior operador do Jaguar, numa versão construida e modernizada localmente pela HAL (Hindustan Aircraft Ltd).

SAAB J 21 (A 21), predecessor dos jatos SAAB

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O Saab J 21 (A-21) foi um caça e avião de ataque projetado e construído na Suécia durante a Segunda Guerra Mundial, que voou pela primeira vez em 1943. Tinha uma configuração por impulsão, pouco usual em aeronaves, em que a hélice propulsora estava localizada atrás do motor e da fuselagem principal. O motor utilizado era uma versão construída na Suécia, sob licença do Daimler-Benz DB 605B alemão. A configuração do propulsor tornou necessário desenvolver um assento ejetável, para garantir a sobrevivência do piloto, em caso de necessidade de evacuar a aeronave em voo, uma invenção não patenteada pelos suecos, que levou a alguns problemas legais, quando Lockheed registou uma patente de um assento com uso semelhante. Era pesadamente armado com um canhão de 20 milímetros e quatro metralhadoras pesadas de 13,2 ou 12,7 milímetros. 
Após a guerra, o avião foi adaptado a um motor a jato britânico de Havilland Goblin, originando o Saab J 21R, que voou em 1947, tornando-se o primeiro avião a reação sueco, embora tenha sido rapidamente suplantado pelo moderno jato da Saab o J 29 Tunnan que voou menos de um ano depois.

Focke-Wulf Fw 190 Würger

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Entre 1940 e 1944, durante a luta pelo controlo do espaço aéreo sobre a Europa Ocidental ocorreu uma verdadeira corrida tecnológica entre alemães, ingleses e norte americanos para desenvolver melhores e mais versáteis aviões de combate.
Desenvolvido por Kurt Tank, longe dos olhares dos aliados, o caça Focke-Wulf Fw 190, fez o seu aparecimento na segunda metade de 1941, no rescaldo da Batalha de Inglaterra, mostrou-se superior em quase todas as características ao Spitfire Mk V, o melhor caça até então disponível na RAF. 
Até à captura de um Fw 190A-3 intacto, em junho de 1942, a RAF perdia, em média, dois Spitfire por cada Fw 190 que conseguia abater, mas o estudo do caça capturado permitiu identificar as vulnerabilidades do Fw 190, e restabelecer o equilíbrio com a introdução, do Spitfire Mk IX, que ainda assim era incapaz de igualar o Fw 190 em rolamento e mergulho. Embora não seja possível determinar com exactidão a produção total até final da Guerra, estima-se que cerca de 20500 de unidades, de todas as versões tenham sido construídas.
Hoje em dia o Focke Wulf Fw190 é visto, ao lado do Supermarine Spitfire, do Vought F4U Corsair e do North American P-51 Mustang como um dos melhores caças da Segunda Guerra.

DeHaviland DH-98 Mosquito

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O De Havilland DH 98 Mosquito foi um avião britânico projetado como bombardeiro pela De Havilland, em 1938 e usado pela RAF durante e após a II Guerra Mundial. Era uma máquina inovadora, refletindo um pensamento não convencional tanto no conceito operacional quanto na construção. Teve por isso que superar uma forte resistência oficial antes de ser finalmente aceite para o serviço. Originalmente concebido como bombardeiro rápido e desarmado, o Mosquito foi largamente produzido em dezenas de versões que o tornaram uma das mais versáteis aeronaves da Guerra, como bombardeiro tático de baixa e alta altitude, avião de reconhecimento fotográfico, caça pesado, caça noturno, caça-bombardeiro, e avião de ataque marítimo. Uma das suas características diferenciadoras era a sua construção, quase na totalidade, em contraplacado de madeira, que o tornava leve e resistente, capaz de conservar a integridades estrutural mesmo após ter sofrido danos na estrutura e na fuselagem.

Fiat G.91 Gina

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O Fiat G.91 foi um avião de ataque leve (LWSF-Light Weight Strike Fighter) projetado e construído pela Fiat Aviazione (mais tarde, Aeritalia), em resposta à especificação NBMR-1 da NATO emitida no inicio da década de 1950. Embora se tenham frustrado as elevadas espectativas iniciais de produção, seriam construidos 756 Fiat G.91 durante um periodo de 19 anos, incluindo 2 protótipos e 27 aeronaves de pré-produção. As linhas de montagem foram encerradas em 1977, mas antes disso a Fiat produziu para a Força aérea Italiana uma versão avançada da aeronave, o Fiat G.91Y. 
O Fiat G.91 entrou em operação na Força Aérea Italiana em 1961 e da Luftwaffe da Alemanha Ocidental no ano seguinte. Na década de 1960 a Força Aérea Portuguesa, adquiriu à Luftwaffe 40 Fiat G.91 que utilizou extensivamente durante a Guerra Colonial Portuguesa em África até 1974. O Fiat G.91 desfrutou de uma longa vida em operação que se estendeu ao longo de 35 anos, até 1995 quando as ultimas unidades foram retiradas de operação em Itália.

Ling-Temco-Vought A-7 Corsair II

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O A-7 Corsair II é um avião de ataque mono reator, asa alta, com capacidade para operar a partir de porta-aviões ou bases terrestres, desenvolvido e fabricado pela Ling-Temco-Vought a partir da década de 1960. A sua conceção foi baseada no caça de superioridade aérea da US Navy Vought F-8 Crusader operado desde a década de 1950, e a sua produção, entre 1955 e 1984 atingiria as 1355 unidades. 
Teria uma vida operacional longa de cerca de 49 anos, ao serviço da US Navy e USAF entre 1966 e 1991, da Força Aérea Portuguesa de 1980 a 1999 e da Força Aérea Grega ente 1975 e 2014. Ao serviço das forças Norte Americanas os A-7 tiveram um amplo uso operacional na Guerra do Vietname e posteriormente participaram em várias operações militares Norte Americanas, durante a década de 1980, em Granada, Líbano (1983), Líbia (1986) e no Iraque em 1990 nas operações Desert Shield e Desert Storm.

Lockheed P-38 Lightning

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O Lockheed P-38 Lightning distinguiu-se entre os aviões de combate da Segunda Guerra Mundial, devido, principalmente, à sua versatilidade. Foi usado como caça de alta, média e baixa altitude, interceptor, escolta de longo alcance, bombardeiro ligeiro e de mergulho, caça noturno e avião de foto reconhecimento. Distintivo na aparência, o P-38 está entre os maiores e mais pesados aviões de combate da Segunda Guerra, e um dos mais rápidos e de maior teto de serviço. 
Operou durante a Segunda Guerra em quase todos os teatros de operações desde a Europa e Norte de África, ao Pacifico, demonstrando o seu elevado potencial.
Durante o período de 1940 a 1945 foram produzidas um total de 9,923 aeronaves em cerca de 16 variantes e subvariantes.