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Douglas TBD-1 Devastator

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Pouco depois das 7:00 horas do dia 4 de junho de 1942, quinze aviões torpedeiros do 8º Esquadrão de Torpedeiros (VT-8) decolaram do porta-aviões USS Hornet (CV-8).  Estes aviões, com dois tripulantes cada, faziam parte do grupo de ataque da frota Americana, cuja missão era atacar a Frota Japonesa que se aproximava do atol de Midway. 
Sem escolta de caças, por se terem separados do restante grupo, o esquadrão avistou às 09:20 horas os quatro porta-aviões da frota japonesa e atacou. 
Nenhum dos aviões do VT-8 regressou ao USS Hornet e apenas um único tripulante, seria resgatado com vida. Se algum dos torpedos lançados atingiu o alvo, ele não detonou, (um problema comum com as versões iniciais do Bliss Leavitt Mk XIII).
O avião protagonista desta tragédia era o Douglas TBD-1 Devastator, um bombardeiro torpedeiro construído para a US Navy pela Douglas Aircraft Company, entre 1937 e 1939 e que era à época o torpedeiro padrão da marinha norte americana.
A taxa de perdas do Devastator durante a batalha de Midway foi superior a 90% e como consequência, foi imediatamente retirado de serviço nas linhas da frente, sendo relegado funções de instrução, transporte e comunicações.

Douglas SBD Dauntless

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O Douglas SBD Dauntless (SBD é a sigla de Scout Bomber Douglas), foi o mais famoso dos bombardeiros da Marinha dos Estados Unidos (US Navy) durante a Segunda Guerra Mundial e talvez o mais importante bombardeiro de mergulho de toda a guerra.
Foi o único avião de combate dos Estados Unidos que se manteve nas linhas da frente desde o início da Segunda Guerra Mundial até ao seu final e foi considerado a arma aérea mais destrutiva da US Navy, afundando durante a Guerra mais de 300.000 toneladas de navios inimigos, onde se incluem, os cinco porta-aviões afundados na batalha do Mar de Coral e Midway e quinze outros navios de guerra da Marinha Imperial Japonesa. Este desempenho valeu-lhe o apelido de “Slow, But Deadly!”. Quando o seu substituto, o Curtiss SB2C Helldiver, foi introduzido em combate em novembro de 1943 já pouco restava da Marinha Imperial japonesa.
Após a guerra, o Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA continuou a usar o SBD, até à década de 1950, e a Força Aérea Francesa usou-o na guerra da Indochina.
No entanto, contrariamente ao que seria suposto, quando foi introduzido em combate era já considerado obsoleto.

Douglas A-1 Skyraider

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O Douglas A-1 Skyraider (inicialmente AD) foi uma aeronave de ataque americana monolugar que esteve ao serviço entre o final dos anos 1940 e início dos anos 1980, uma carreira longa e bem sucedida, que o tornou um anacronismo de motor de pistão e hélice na idade dos jato. Foi operado pela nos EUA pela United States Navy, United States Marine Corps, e United States Air Force, no Reino Unido pela Royal Navy, na França pelo Armée de l'air e na Republica do Vietname pela respetiva força aérea. Nos EUA, o Skyraider só seria retirado do serviço activo no inicio da década de 1970, substituído pelo jato subsónico LTV A-7 Corsair II.