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Eurofighter Typhoon

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O Eurofighter Typhoon é um caças polivalente desenvolvido e construído na Europa numa colaboração entre o Reino Unido, Alemanha, Itália e Espanha. O seu desenvolvimento começou durante a Guerra Fria, ficando a cargo do consórcio Eurofighter Jagdflugzeug,GmbH, criado em 1986, reunindo as empresas BAE Systems (Reino Unido), Airbus Defence and Space (Alemanha e mais tarde  Espanha) e Leonardo (Itália). 
O primeiro protótipo do Eurofighter Typhoon voou em 1994, mas, devido a desafios políticos, tecnológicos e orçamentários, a entrada em serviço só ocorreu em 2003, inicialmente na Força Aérea Alemã. Desde então, o Typhoon tem evoluído continuamente, recebendo novas capacidades de combate ar-ar e ar-terra, eletrônica de guerra e integração com armamentos modernos.
Hoje, o Eurofighter é utilizado por diversas forças aéreas europeias e também por países fora do continente, como Arábia Saudita, Catar e Kuwait. Ele representa não apenas um marco tecnológico na aviação de combate, mas também um exemplo de cooperação militar industrial europeia.

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Savoia-Marchetti SM.79 Sparviero

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O Savoia-Marchetti SM.79 Sparviero (Gavião) foi um bombardeiro tri-motor italiano projetado e construído pela SIAI (Società Idrovolanti Alta Italia) durante a década de 1930, que acabou por se tornar um dos aviões italianos mais conhecidos da Segunda Guerra Mundial, em parte devido à distinta bossa na sua fuselagem, responsável pelo apelido que lhe deram às suas tripulações, "il gobbo maledetto" (Corcunda maldito, em português).

Foi originalmente concebido como um avião civil para o rápido transporte de oito passageiros, mas as suas características, nomeadamente a alta velocidade, rapidamente levaram a atenção do governo italiano para o seu potencial como aeronave de combate.

O seu primeiro voo teve lugar em 28 de setembro de 1934, e entre 1937 e 1939, o primeiro SM.79 estabeleceu 26 recordes mundiais de velocidade, o que fez do tipo, durante este período como o bombardeiro médio mais rápido do mundo.

AMX - O Tornado de bolso

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Alenia-Aermacchi-Embraer AMX é uma aeronave ligeira de ataque, apoio aéreo e reconhecimento táticos, resultado de um memorandum de entendimento entre a Itália e o Brasil assinado em 1981, que conduziu à criação de uma joint-venture entre as empresas italianas Aeritalia (posteriormente Alenia), a Aermacchi e a brasileira Embraer designado por AMX International. Designado pela AMI (Aeronáutica Milittare Italiana) por AMX A-11 Ghibli e pela FAB (Força Aerea Brasileira) por AMX A-1, a aeronave é capaz de realizar operações de baixo nível a alta velocidade subsónica operando a partir de pistas improvisadas e possui uma baixa assinatura a detetores de infravermelho (infrared signature) e radar (RCS-radar cross-section). Foi construído de forma a ter uma baixa vulnerabilidade dispondo de sistemas de defesas compostos por contramedidas eletrónicas (ECM), misseis ar-ar e canhões. Porém não deve ser considerado um caça, trata-se sim de um avião de ataque especializado, que poderá até participar em combate aéreo, mas apenas em legítima defesa, dificilmente será adequado para perseguir e abater outros aviões de combate.

Fiat G.91 Gina

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O Fiat G.91 foi um avião de ataque leve (LWSF-Light Weight Strike Fighter) projetado e construído pela Fiat Aviazione (mais tarde, Aeritalia), em resposta à especificação NBMR-1 da NATO emitida no inicio da década de 1950. Embora se tenham frustrado as elevadas espectativas iniciais de produção, seriam construidos 756 Fiat G.91 durante um periodo de 19 anos, incluindo 2 protótipos e 27 aeronaves de pré-produção. As linhas de montagem foram encerradas em 1977, mas antes disso a Fiat produziu para a Força aérea Italiana uma versão avançada da aeronave, o Fiat G.91Y
O Fiat G.91 entrou em operação na Força Aérea Italiana em 1961 e da Luftwaffe da Alemanha Ocidental no ano seguinte. Na década de 1960 a Força Aérea Portuguesa, adquiriu à Luftwaffe 40 Fiat G.91 que utilizou extensivamente durante a Guerra Colonial Portuguesa em África até 1974. O Fiat G.91 desfrutou de uma longa vida em operação que se estendeu ao longo de 35 anos, até 1995 quando as ultimas unidades foram retiradas de operação em Itália.

Caproni Campini C.C.2

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O Caproni Campini C.C.2 (às vezes incorretamente referido como N.1)  foi um dos  primeiros aviões de asas fixas com motor  termojato a voar, em  27 de agosto de 1940 
A aproveitando o secretismo com que o desenvolvimento dos projetos de aeronaves com motores a jato era realizado na Alemanha e no Reino Unido, o regime fascista de Mussolini fez uma grande propaganda em torno do feito, o que levou a Fédération Aéronautique Internationale a reconhecer, o feito na época, como o primeiro voo de uma avião a jato.
Porém o primeiro avião com verdadeiro motor a jato a voar fora o  Heinkel  He 178, que tinha realizado o voo inaugural exatamente um ano antes em 27 de agosto de 1939.

Fiat G.50 Freccia

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O Fiat G.50 Freccia (Flecha) foi o primeiro caça monoplano italiano totalmente metálico, com trem de aterragem retráctil e cockpit fechado, produzido em serie. 
No inicio de 1938 os Freccia entraram ao serviço da Regia Aeronautica, e do o seu braço expedicionário, a Aviazione Legionaria, em Espanha, onde deram provas de uma espantosa velocidade para a época, alcançando 470 km/h, velocidade ao nível dos seu contemporâneos Messerschmitt Bf-109 e Polikarpov I-16 e, como a maior parte das aeronaves italianas, muito manobráveis. 
Contudo, o seu armamento inadequado não lhe permitia alcançar a performance que os pilotos desejavam em combate. Os designers italianos, preferiam sacrificar poder de fogo e proteção do piloto para ter maior manobrabilidade e velocidade, ao contrário dos alemães, britânicos e americanos que tinham especial preocupação com a protecção do piloto e em equipar as aeronaves com armamento adequado.

Fiat CR.42 Falco

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O Fiat CR.42 Falco (Falcão) foi um caça biplano usado primariamente pela Regia Aeronautica Italiana (Real Força Aérea Italiana) durante a Segunda Guerra Mundial. Esta aeronave foi produzida pela Fiat, com base no anterior CR.32, e entrou ao serviço em diversas forças aéreas, nomeadamente a Belga, Sueca, Hungara e Espanhola. Com mais de 1 800 exemplares construídos, foi a aeronave italiana mais produzida a participar na Segunda Guerra Mundial e o último caça biplano a ser construído pela Fiat, representando em conjunto com o Gloster Gladiator as ultimas aeronaves da classe dos biplanos mais avançados.
A RAF andou sempre de olhos postos neste biplano devido à sua excelente manobrabilidade, chegando a declarar que " era de uma força excepcional" , embora estivesse já obsoleto perante os recentes aviões monoplanos mais rápidos e com melhor armamento.

Fiat CR.32 Chirri

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O Fiat CR.32 foi um caça biplano italiano da década de 1930 usado na Guerra Civil Espanhola e nos anos iniciais da Segunda Guerra Mundial . O avião era compacto, robusto e altamente manobrável tendo dado exibições impressionantes por toda a Europa nas mãos da Pattuglie Acrobatiche da Regia Aeronautica. O CR.32 lutou no Norte e Leste da África, na Albânia e no teatro Mediterrâneo. Usado largamente na Guerra Civil Espanhola , ganhou reputação como um dos mais destacados caças biplanos de todos os tempos, mas foi ultrapassado por aeronaves mais avançadas desenvolvidas nos anos que antecederam a Segunda Guerra Mundial estando obsoleto em 1939.