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AMX - O Tornado de bolso

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Alenia-Aermacchi-Embraer AMX é uma aeronave ligeira de ataque, apoio aéreo e reconhecimento táticos, resultado de um memorandum de entendimento entre a Itália e o Brasil assinado em 1981, que conduziu à criação de uma joint-venture entre as empresas italianas Aeritalia (posteriormente Alenia), a Aermacchi e a brasileira Embraer designado por AMX International. Designado pela AMI (Aeronáutica Milittare Italiana) por AMX A-11 Ghibli e pela FAB (Força Aerea Brasileira) por AMX A-1, a aeronave é capaz de realizar operações de baixo nível a alta velocidade subsónica operando a partir de pistas improvisadas e possui uma baixa assinatura a detetores de infravermelho (infrared signature) e radar (RCS-radar cross-section). Foi construído de forma a ter uma baixa vulnerabilidade dispondo de sistemas de defesas compostos por contramedidas eletrónicas (ECM), misseis ar-ar e canhões. Porém não deve ser considerado um caça, trata-se sim de um avião de ataque especializado, que poderá até participar em combate aéreo, mas apenas em legítima defesa, dificilmente será adequado para perseguir e abater outros aviões de combate.

Rockwell OV-10 Bronco

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O Rockwell OV-10 Bronco foi uma aeronave de reconhecimento e ataque ligeiros desenvolvida nos EUA durante a década de 1960 ao abrigo do programa “Light Armed Reconnaissance Aircraft” (LARA), que pretendia obter uma aeronave para operações de contra-insurgência (COIN) e controlo aéreo táctico em operações de ataque de precisão (FAC). A necessidade de uma aeronave deste tipo fora identificada pelos militares Norte Americanos no inicio da Guerra do Vietname e foi aí que o Bronco demonstrou a sua utilidade ao serviço do exercito (US Army) e do corpo de fuzileiros (US Marine Corps). O uso da aeronave pelos militares Norte Americanos prolongou-se até á primeira Guerra do Golfo em 1991 e hoje embora tenha sido retirada do serviço das forças armadas continua em uso nos EUA nomeadamente no apoio ao combate a incêndios na California, permanecendo ainda em serviço militar em alguns países. A Boeing (atual detentora da licença de produção da aeronave) propôs recentemente (2009) uma versão moderna do Bronco, o OV-10X para concorrer ao programa “Light Attack/Armed Reconnaissance” (LAAR), porém a aeronave não consta da lista dos finalistas do programa.

SEPECAT Jaguar

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SEPECAT Jaguar é uma aeronave de ataque tático, resultado de um projeto conjunto da inglesa BAC (atual BAE), e da francesa Breguet (atual Dassault), que criaram para o efeito a Société Européenne de Production de l'Avion d'École de Combat et d'Appui Tactique (SEPECAT)
Originalmente concebido como um avião de instrução avançada e apoio tático, viria a evoluir para um caça-bombardeiro por excelência. 
O primeiro protótipo voou em setembro de 1968, dando origem a quatro versões básicas de produção, duas para a Royal Air Force (RAF) e duas para o Armée de l'air (AA), sendo ainda construído um protótipo para uma versão naval, o Jaguar M, que no entanto não entraria em produção. 
Os Jaguar ingleses e franceses tiveram sua hora de glória durante a Guerra do Golfo, onde foram extensivamente utilizados, mas a aeronave foi adotada por outros países entre eles OmãEquadorNigéria e Índia, atualmente o maior operador do Jaguar, numa versão construida e modernizada localmente pela HAL (Hindustan Aircraft Ltd).

Boeing (McDonnell Douglas) F/A-18E/F Super Hornet

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Em finais da década de 1980 a US Navy estava, apesar de muitas vozes criticas mais ou menos contundentes, satisfeita com o desempenho do F/A-18 Hornet, no entanto também reconhecia que a aeronave tinha certas limitações, nomeadamente a insuficiente carga bélica e o reduzido raio de combate. 
Perante a eminente obsolescência de outras aeronaves, nomeadamente o caça de superioridade aérea Grumman F-14 Tomcat, a US Navy decidiu iniciar o desenvolvimento de um substituto, tomando como base o Hornet mas numa escala aumentada. O resultado foi o caça naval polivalente F/A-18E/F Super Hornet, aparentemente uma nova versão do Hornet, mas que foi claramente definido pelo construtor (McDonnell Douglas/Boeing) como uma nova aeronave, a partir da qual seria alguns anos depois desenvolvida a atual plataforma tática da guerra eletronica da US Navy o EA-18G Growler
Em 2019 prevê-se que seja iniciado o programa de upgrade da frota de Super Hornet para o padrão Block 3, pelo qual a aeronave poderá manter-se em operação até 2040.

McDonnell Douglas (Boeing) F/A-18 Hornet


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McDonnell Douglas F/A-18 Hornet é um caça polivalente, para qualquer tempo, originalmente concebido para operar a partir de porta aviões como caça e avião de ataque para a US Navy (daí a designação F/A). 
O F/A-18 foi o resultado da aposta da US Navy no Northrop YF-17 que perdera para o General Dynamics YF-16 o contrato de fornecimento de caças para a USAF, mas que fora considerado genericamente equivalente ao vencedor, e com características que a US Navy valorizava nas suas aeronaves. A falta de experiência da Northrop levou-a a associar-se à McDonnell Douglas (agora Boeing ) que a partir do YF-17 desenvolveu o F/A-18 Hornet para uso da US Navy e US Marine Corps posteriormente exportado para mais sete países. Desde que entrou ao serviço em inicios da década de 1980 a sua versatilidade e confiabilidade tornaram-no num valioso recurso operacional, apesar de algumas vozes criticas à sua falta de alcance e carga quando comparado com os seus contemporâneos anteriores, o caça de superioridade aérea Grumman F-14 Tomcat e os aviões de ataque Grumman A-6 Intruder e LTV A-7 Corsair II.

Westland Whirlwind

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O Westland Whirlwind foi um caça pesado britânico contemporâneo dos Hawker Hurricane e Supermarine Spitfire desenvolvido pela Westland Aircraft antes do início da Segunda Guerra Mundial. Foi o primeiro caça da Royal Air Force (RAF), armado com canhões de 20 mm e o primeiro em todo o mundo a possuir quatro.
Na altura em que realizou o seu primeiro voo, em 1938, era o mais rápido e mais pesadamente armado avião de combate, em todo o mundo, mas apesar destas características, aliadas à um bom manuseio em voo, apenas 116 Westland Whirlwind viriam a ser construídos.
Os motores Rolls-Royce Peregrine, em torno dos quais havia sido projetado, desde início se mostraram pouco confiáveis, mas o abandono prematuro do seu desenvolvimento e produção em meados de 1942 conduziria ao fim da produção do Westland Whirlwind.
Durante a segunda Guerra Mundial apenas três esquadrões da RAF seriam equipados com o Westland Whirlwind, que demonstrou boas prestações, como caça e avião de ataque, mas o fim da produção ditou a sua prematura retirada de serviço em 1943.

Hawker Siddeley (BAe) Harrier

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Hawker-Siddeley Harrier (atualmente BAe Harrier ou Boeing AV-8B Harrier) foi o primeiro avião de combate V/STOL (Vertical/Short Takeoff and Landing) a ser produzido em serie e a entrar em operecionalmente em combate. Foi o único projeto VTOL verdadeiramente bem-sucedido dos muitos que surgiram após finais da década de 1950 até inícios da de 1970. 
Emergiu do programa experimental P.1127/Kestrel iniciado autonomamente pela Hawker Siddeley nos finais da década de 1950 e seria introduzido na RAF a partir de abril de 1969, como corolário de uma sequência de acontecimentos mais ou menos afortunados.
Uma dessas afortunadas sequência de eventos conduziu à sua adaptação para uso naval pela Fleat Air Arm da Royal Navy, de onde emergiu o Sea Harrier, cuja atuação foi essencial para a vitória britânica na guerra das Falklands (Malvinas) em 1982.
Embora sofrendo inicialmente de uma serie de limitações de desempenho, insuficiente raio de combate e reduzida capacidade de carga bélica, tornar-se-ia um trunfo importante nas unidades de primeira linha da RAF e USMC (US Marine Corps).