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North 1500 Griffon - Ultimo avião do Arsenal de l'Aéronautique

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O Nord 1500 Griffon, foi o protótipo de um intercetor de elevada performance desenvolvido para utilizar um sistema motopropulsor híbrido, constituído por um motor turbojato SNECMA Atar 101E, montado dentro de um motor ramjet, Nord Stato-Reateur. Foi também o ultimo de uma lista de protótipos desenvolvidos e construídos pelo Arsenal de l'Aéronautique, uma instituição publica francesa criada em 1934 em Villacoublay, destinada a recuperar o atraso da industria aeronáutica militar francesa face às outras potências da época no desenvolvimento de aviões de combate. 
Nos anos que antecederam a Segunda Guerra Mundial, o Arsenal desenvolveu uma série de aviões de combate tecnicamente avançados, mas sem que nenhum deles tenha sido produzido em serie.
Após a guerra, em 1952, o Arsenal foi privatizado como SFECMAS (Société Française d'Etude et de Constructions de Matériel Aéronautiques Spéciaux), que em 1955, por fusão com a SNCAN (Société Nationale des Constructions Aéronautiques du Nord), deu origem à então designada Nord Aviation.

Yakovlev Yak-28 (Brewer; Firebar; Maestro)

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O Yakovlev Yak-28 (Яковлев Як -28) , identificado pela NATO pelos nomes de código, "Brewer", "Firebar", ou "Maestro", foi uma aeronave de combate bimotor a jato, desenvolvido pela OKB Yakovlev no final da década de 1950. O seu protótipo, Yak-129, voou pela primeira vez em 5 de março de 1958, e com ele Yakovlev, pretendeu provar que era possível ultrapassar as deficiências dos seus fracassados modelos anteriores Yak-26 e Yak-27, ambos derivados do caça Yak-25. O Yak-28 fora projetado como um bombardeio supersônico para substituir o Il-28 "Beagle", tendo o seu design sido facilitado pelo surgimento do Tumanskiy R-11-300, o motor do MiG-21. A VVS estava tão ansiosa para conseguir um bombardeiro supersônico que a sua produção em massa foi rapidamente aprovado, tendo as primeiras unidades entrado ao serviço em 1960. O Yak-28 foi produzido em Irkutsk durante 12 anos, sendo construidas cerca de 1180 aeronaves, em múltiplas variantes, bombardeiro, intercetor, reconhecimento, guerra eletrónica e instrução. As versões de combate foram retirado no início dos anos 80, mas as de instrução e outras permaneceram em serviço até depois da queda da União Soviética, voando pelo menos até 1992.

Lockheed A-12 Oxcart - Precursor do SR-71 Blackbird

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O Lockheed A-12 foi uma aeronave de reconhecimento construída para a Central Intelligence Agency (CIA) do EUA, pela Skunk Works da Lockheed, com base em projetos de Clarence "Kelly" Johnson. Foi designada por A-12, por ser o resultado do 12º design de um programa de desenvolvimento internamente designado por Archangel I. Competiu no programa Oxcart da CIA contra a proposta do Convair Kingfish em 1959 e ganhou o contrato de desenvolvimento e posterior construção. Foi produzido de 1962 a 1964 e operado de 1963 a 1968, sendo o precursor do intercetor YF-12A, e do inultrapassável SR- 71 Blackbird, que se tornaria o mais importante ativo de reconhecimento estratégico da USAF durante a segunda metade da guerra fria. O programa, considerado um “Black Projet”, apenas foi oficialmente revelado em meados da década de 1990. Um oficial da CIA escreveria mais tarde que o nome "Oxcart” fora selecionado de uma lista aleatória de nomes de código para designar o programa de pesquisa e desenvolvimento do A-12.

SAAB J 35 Draken

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O SAAB J 35 Draken foi um dos mais famosos caças projetados e construídos na Suécia pela SAAB e foi o primeiro avião de combate totalmente supersónico implantado na Europa Ocidental. Foi desenvolvido a partir de finais da década de 1940 inícios da de 1950 e caracterizava-se por possuir uma inovadora e nunca antes experimentada asa de duplo delta. O Draken foi introduzido ao serviço da Real Força Aérea Sueca (Flygvapnet) em março de 1960 destinando-se exclusivamente à defesa aérea do país. Operou como um caça supersônico durante todo o período da Guerra Fria sofrendo ao longo desse período várias atualizações, que culminaram na sua versão final o J 35J. Durante a década de 1980 os Draken foram em grande parte substituídos pelo caça mais avançado Saab 37 Viggen mas algumas unidades mantiveram-se ao serviço da Flygvapnet até 1999.
O Draken foi exportado para a Áustria, Dinamarca, e Finlândia e algumas unidades para os EUA onde operaram como aeronaves de instrução para pilotos de testes.

SAAB J 37 Viggen

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O SAAB J 37 Viggen foi um avião de combate de médio alcance, desenvolvido na Suécia pela SAAB a partir de inícios da década de 1960, para as funções de ataque, interceção, reconhecimento e patrulha marítima. Os primeiros trabalhos foram iniciados pela SAAB em 1952 resultando na seleção de uma asa com uma configuração delta inovadora, auxiliada por canards de grandes dimensões à frente (o Viggen foi efetivamente a primeira aeronave produzida em serie a utilizar canards). Para a prossecução das diferentes funções a que se destinava foram produzidas variantes distintas do Viggen, a de ataque (AJ 37), a de caça intercetor (JA 37), a de reconhecimento (SF 37), a de patrulha marítima (SH 37) e uma versão de instrução de dois lugares (SK 37). O seu primeiro voo ocorreu em 1967, e a entrada ao serviço ocorreu alguns anos depois em 1971, mantendo-se em operação na Svenska Flygvapnet (Real Força Aérea Sueca) até novembro de 2005, altura em que foi substituído pelo moderno SAAB JAS 39 Gripen.

Northrop F-89 Scorpion

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O Northrop F-89 Scorpion foi um intercetor para todo o tempo desenvolvido e produzido nos EUA para a USAF durante a década de 1950. Embora não tenha participado em qualquer operação ou disparado um único tiro em combate foi, durante a década de 1950, a espinha dorsal da força de defesa aérea dos EUA. 
Concebido pela Northrop para responder a um requisito da USAAF de dezembro de 1945, o Scorpion tornou-se no primeiro caça a jato Norte Americano capaz de operar todas as condições meteorológicas depois do projeto N-24 apresentado pela Northrop, ter sido aceite e,  em maio de 1946, ter sido contratado a construção de dois protótipos XP-89 Scorpion (posteriormente redesignados para XF-89). 
O voo inaugural do primeiro protótipo aconteceria em agosto de 1948 e, a partir de 1949 até 1956 seriam construídos e entregues à USAF, 1050 F-89 Scorpion, destinados à defesa aérea do território dos EUA, contra potenciais ataques de bombardeiros Soviéticos.

Northrop F-5 Freedom Fighter / Tiger II

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O Northrop F-5 é um caça ligeiro, supersónico e ágil, que combina um design aerodinâmico avançado, elevado desempenho do motor, fiabilidade e baixo custo operacional. Desenvolvido nos EUA no inicio da década de 1960 para responder às necessidades do Programa de Assistência Militar Americano aos países da sua área de influência, foi por isso largamente exportado para países da NATO (North Atlantic Treaty Organization) e da SEATO (Southeast Asia Treaty Organization). 
A sua primeira versão F-5A/B Freedom Fighter foi testada em combate no Vietname, demonstrando ser bastante eficaz no ataque ao solo e a menos vulnerável do conjunto de aeronaves operadas pela USAF em combate. Das lições retiradas, foi desenvolvida uma versão muito mais sofisticada e potente o F-5E/F Tiger II, que otimizava a capacidade para o combate aéreo e que se tornaria um dos caças mais difundidos do ocidente. Em 2013 existiam ainda 492 Northrop F-5 em operação, um numero que o tornava no oitavo mais comum caça de ataque em operação em todo o mundo.

Lockeed F-94 Starfire

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O Lockheed F-94 Starfire foi um caça a jacto de primeira geração construido na década de 1950 para a USAF (Força Aérea dos Estados Unidos). Desenvolvido pela Lockheed com base no Lockheed T-33 Shooting Star do final dos anos 40, foi equipado com radar que lhe permitiu operar como intercetor diurno e noturno, sob qualquer condição atmosférica.
Realizou o primeiro voo em março de 1948 e entrou em serviço em maio de 1950, substituindo o North American F-82 Twin Mustang. Seria também o primeiro caça operacional da USAF equipado com pós-combustão e o primeiro jato a entrar em combate na Guerra da Coreia no final de janeiro de 1953.
Desenvolvido como uma aeronave interina para fazer face a uma eventual e imediata ameaça Soviética teve uma curta vida operacional, sendo substituído na segunda metade da decada de 1950 pelo Northrop F-89 Scorpion e pelo North American F-86 Sabre.

Kyushu J7W1 Shinden

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O Kyushu J7W1 Shinden foi um protótipo de caça intercetor Japonês de design original e inovador construído na Segunda Guerra Mundial que se pretendia que fosse altamente manobrável e capaz de intercetar os Boeing B-29 americanos que operavam a elevadas altitudes inacessíveis à generalidade dos caças japoneses. 
Construída com numa configuração de impulsão com o propulsor a hélice instalado à retaguarda, pretendia possibilitar facilmente a transição para um motor a jato assim que o mesmo ficasse disponível. 
A aeronave não dispunha de empenagem, as asas enflechadas foram arrastadas para a traseira da fuselagem cada uma com um estabilizador vertical e leme ao centro, e o nariz foi provido de pequenas asas, futuramente designadas por Canards, cujo conceito seria usado em futuras aeronaves avançadas como são exemplos os Saab Viggen, alguns derivados do Mirage III, entre outros).

Bachem Ba 349 Natter

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O Bachem Ba 349 Natter (Víbora) foi um intercetor foguete construído pela Alemanha Nazi, integrado no programa de emergência para defesa do território alemão dos constantes bombardeamentos aliados no final da Segunda Guerra Mundial. Tratava-se fundamentalmente de um míssil terra-ar tripulado.
Após uma decolagem vertical a partir de uma plataforma (que eliminava a necessidade de aeródromos), a aeronave seria dirigida por um piloto automático em direção as formações de bombardeiros, aí, o piloto, com muito pouco treino, apontaria a aeronave com maior precisão e dispararia a totalidade do armamento (24 ou 33 foguetes não guiados) contra os bombardeiros de forma a causar o maior número de danos. Esgotado o combustível e após o disparo dos foguetes, o piloto saltava de paraquedas e a fuselagem, contendo o motor de foguete, caia no solo com o auxílio de paraquedas para ser reutilizado noutra aeronave.

HAL "LCA" Tejas

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O HAL Tejas é o segundo caça supersónico desenvolvido na Índia, depois do HAL Marut. É um caça a jato leve polivalente desenvolvido pela Aeronautical Development Agency (ADA) e Hindustan Aeronautics Limited (HAL). A aeronave, que apresenta uma configuração de asa delta sem cauda que lhe confere uma elevada capacidade de manobra, resultou do programa LCA-Light Combat Aircraft (aeronave de combate leve), que começou na década de 1980 tendo por objetivo a substituição dos MiG-21 indianos, e foi oficialmente denominada por Tejas (que significa esplendor em sânscrito), em 2003 pelo então primeiro-ministro Atal Bihari Vajpayee.A Força Aérea Indiana (IAF) prevê adquirir 294 Tejas incluindo 20 aeronaves de instrução, enquanto que a marinha indiana prevê adquirir até 40 Tejas numa versão navalizada da aeronave para substituir os seus Sea Harrier FRS1 e Hawker-Siddeley Harrier. Prevê-se que a entrega de aeronaves à IAF ocorra a partir de 2016 numa cadência de 8 a 16 aeronaves por ano.

Mikoyan-Gurevich MiG-21 Fishbed

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Muitos consideraram o MiG-21 Fishbed, em termos de sensores e armamento, um avião inferior ao seus competidores imediatos à data, o Lockheed F-104 Starfighter e o Dassault Mirage III.
No entanto, o aparelho soviético mereceu o programa de produção mais extenso de toda a história da aviação e em termos numéricos, é, ainda hoje, 50 anos após a sua introdução, um dos aviões de combate mais importante da atualidade.

Mikoyan-Gurevich MiG-19 Farmer

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O MiG-19 Farmer (código NATO), foi o último descendente da família de caças derivados do MIG 15. Foi o primeiro caça supersónico operacional da URSS, mas seria o menos proeminente da família, tendo uma vida relativamente curta ao serviço da VVS Voyenno-Vozdushnye Sily (Força Aérea Soviética) apesar de demonstrar uma performance comparável aos caças americanos, como o North American F-100 Super Sabre, e Republic F-105 Thunderchief. Entre 1968 e 1972 estiveram em operação no Vietname onde obtiveram sete vitórias sobre aeronaves americanas principalmente, McDonnell Douglas F-4 Phantom II.
Foi entusiasticamente adotado pela Força Aérea do Exército de Libertação Popular Chinês para a qual foi produzido localmente como Shenyang J-6, entre 1958 e 1981. Do total de 5500 MiG-19 e Shenyang J-6, produzidos, alguns estão ainda em operação, nomeadamente na Coreia do Norte que mantém o maior numero de unidades no efetivo (97 em 2014).

Lockheed F-104 Starfighter

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O Lockheed F-104 Starfighter foi um caça intercetor supersónico originalmente desenvolvido pela Lockheed para a USAF (United States Air Force) como um dos caças da série centenária, e que acabaria por ser operado por mais de uma dúzia de países entre 1958 e 2004. 
Foi concebido por uma equipa liderada por Kelly Johnson, a mesma que também daria um importante contributo para o desenvolvimento do Lockheed SR-71 Blackbird, e seria o primeiro caça a conseguir manter um velocidade acima de Mach 2, e a obter simultaneamente o record mundial de velocidade e altitude.

Dassault Mirage III

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O Mirage III é um avião de caça supersónico projetado pela Dassault Aviation durante a década de 1950, fabricado em França e na Austrália e com derivados desenvolvidos em Israel e África do Sul. 
É um dos mais bem sucedidos caças supersónicos já construídos, e foi o primeiro avião de combate europeu capaz de voar a uma velocidade de Mach 2. 
As suas diversas versões e derivados, foram utilizadas pelas forças aéreas de vinte países num total de mais de 1400 unidades. Por possuir características de simplicidade, fiabilidade e o bom desempenho, o Mirage foi por muito tempo o principal avião de defesa da Força Aérea Francesa, e foi utilizado em combate em vários conflitos armados da segunda metade do século XX nomeadamente na Guerra dos Seis Dias, e outros conflitos do Médio Oriente, nos conflitos entre o Paquistão e a Índia em 1971 e em 1982 na Guerra das Malvinas.