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Savoia-Marchetti SM.79 Sparviero

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O Savoia-Marchetti SM.79 Sparviero (Gavião) foi um bombardeiro tri-motor italiano projetado e construído pela SIAI (Società Idrovolanti Alta Italia) durante a década de 1930, que acabou por se tornar um dos aviões italianos mais conhecidos da Segunda Guerra Mundial, em parte devido à distinta bossa na sua fuselagem, responsável pelo apelido que lhe deram às suas tripulações, "il gobbo maledetto" (Corcunda maldito, em português).

Foi originalmente concebido como um avião civil para o rápido transporte de oito passageiros, mas as suas características, nomeadamente a alta velocidade, rapidamente levaram a atenção do governo italiano para o seu potencial como aeronave de combate.

O seu primeiro voo teve lugar em 28 de setembro de 1934, e entre 1937 e 1939, o primeiro SM.79 estabeleceu 26 recordes mundiais de velocidade, o que fez do tipo, durante este período como o bombardeiro médio mais rápido do mundo.

Latécoére Laté 298

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O Latécoère Laté 298 foi um hidroavião multifunção, de três lugares, construído para a Aéronavale (Aviação Naval Francesa) em finais da década de 1930. Destinava-se a cumprir funções de bombardeiro torpedeiro, bombardeio horizontal e de mergulho (com duas bombas de até 150 kg cada), reconhecimento de longo alcance (utilizando para o efeito um tanque de combustível extra de 535 litros), reconhecimento noturno e lançamento de cortina de fumo. 
Considerado por Morareau e Ledet no livro "Le Latécoère 298" como o melhor avião torpedeiro do mundo, em 1939, era operado por sete esquadras de torpedeamento (“T”) da Aéronavale (braço aéreo da marinha francesa) no inicio da Segunda Guerra Mundial. Porém, nunca lançaria um torpedo em operação, sendo, durante a Batalha de França, largamente empregue em missões para as quais dificilmente seria adequado e para as quais as suas tripulações não haviam sido treinadas, bombardeamento e ataque a colunas motorizadas alemãs que invadiam o norte de França.

Douglas TBD-1 Devastator

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Pouco depois das 7:00 horas do dia 4 de junho de 1942, quinze aviões torpedeiros do 8º Esquadrão de Torpedeiros (VT-8) decolaram do porta-aviões USS Hornet (CV-8).  Estes aviões, com dois tripulantes cada, faziam parte do grupo de ataque da frota Americana, cuja missão era atacar a Frota Japonesa que se aproximava do atol de Midway. 
Sem escolta de caças, por se terem separados do restante grupo, o esquadrão avistou às 09:20 horas os quatro porta-aviões da frota japonesa e atacou. 
Nenhum dos aviões do VT-8 regressou ao USS Hornet e apenas um único tripulante, seria resgatado com vida. Se algum dos torpedos lançados atingiu o alvo, ele não detonou, (um problema comum com as versões iniciais do Bliss Leavitt Mk XIII).
O avião protagonista desta tragédia era o Douglas TBD-1 Devastator, um bombardeiro torpedeiro construído para a US Navy pela Douglas Aircraft Company, entre 1937 e 1939 e que era à época o torpedeiro padrão da marinha norte americana.
A taxa de perdas do Devastator durante a batalha de Midway foi superior a 90% e como consequência, foi imediatamente retirado de serviço nas linhas da frente, sendo relegado funções de instrução, transporte e comunicações.

Handley-Page HP.52 Hampden

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O Handley-Page HP.52 Hampden foi um bombardeiro médio bimotor, que no início da Segunda Guerra Mundial, juntamente com o Armstrong-Whitworth AW38 Whitley e Vickers-Armstrong Wellington, formavam o núcleo da força da força de bombardeiros da RAF. 
Desenvolvido a partir de 1933, em resposta a uma especificação do Ministério do Ar Britânico que pretendia obter um bombardeiro bimotor de elevado desempenho para substituir os biplanos, já à data obsoletos, Boulton Paul P.29 Sidestrand e Boulton Paul P.75 Overstrand, voou pela primeira vez em junho de 1936 (K4240), no entanto no início da Guerra demonstrou graves fragilidades nomeadamente a nível do armamento defensivo. 
Depois de, numa primeira, fase sido retirado das operações de combate diurnas, foi, em 1943, definitivamente retirado de operação, após o advento dos primeiros bombardeiros quadrimotores, e depois de servir, durante um breve período, no Comando Costeiro da RAF como avião de patrulha marítima e bombardeiro torpedeiro.

Fairey Swordfish

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O Fairey Swordfish foi um bombardeiro e torpedeiro, biplano, projetado pela Fairey Aviation Company, e usado pela Fleet Air Arm (FAA) da Royal Navy durante a Segunda Guerra Mundial.
Desenvolvido da década de 1930, o Swordfish, apelidado de "Stringbag", era um projeto desatualizado no início da Segunda Guerra Mundial em 1939, mas permaneceu ao serviço, na linha de frente até ao final das hostilidades, sobrevivendo a várias aeronaves destinadas a substituí-lo. Foi inicialmente operado como avião de ataque da frota britânica e mais tardiamente como avião anti-submarino e de instrução.