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Grumman OV-1 Mohawk

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O Grumman OV-1 Mohawk foi um avião de vigilância e observação de campo de batalha desenvolvido e construído para o Exército Norte Americano (US Army) a partir de finais da década de 1950 pela Grumman Aircraft. O primeiro protótipo voou em 14 de abril de 1959, e a produção em serie foi iniciada no mês de outubro seguinte.
Entre 1957 e 1969 foram construídas 380 aeronaves, em quatro versões diferentes, as três primeiras destinadas a funções especializadas de reconhecimento, fotográfico, por radar e por infravermelhos, e mais tardiamente uma quarta, que aglutinava as capacidades das anteriores versões. Adquiriu a designação definitiva, OV-1 Mohawk, em 1961 e esteve ao serviço do Exército Norte Americano na América, Europa, Coreia, Vietname, e Médio Oriente.
Os últimos Mohawk do Exército operavam na Coreia patrulhando a zona desmilitarizada em redor do paralelo 38 quando foram retirados do serviço operacional em setembro de 1996.

Northrop Grumman B-2A Spirit

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O Northrop Grumman B-2 Spirit é um bombardeiro estratégico com características furtivas (stealth) desenvolvido na década de 1980 para a USAF. Foi a primeira asa voadora a tornar-se plenamente operacional, e é a maior aeronave furtiva e a mais cara aeronave militar até hoje construída. Devido ao seu elevado custo de produção e operação, o projeto foi bastante controverso no Congresso dos Estados Unidos e mesmo entre os membros do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos (Joint Chiefs of Staff), ao ponto de, das planeadas 132 aeronaves previstas apenas 21 terem sido construídas para uso da USAF.

O custo de produção de cada B-2A foi de 737 milhões de dólares a preços de 1997, mas o preço médio pago por cada aeronave ascendeu a 929 milhões de dólares, incluindo sobresselentes, atualizações de equipamento e software. O custo total do programa, incluindo custos de desenvolvimento, engenharia e testes, é estimado em cerca de 2450 milhões de dólares por aeronave, e estima-se que o custo de cada hora de voo ascenda a 135 mil dólares, a preços de 2002

Grumman XF5F-1 Skyrocket

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O Grumman XF5F Skyrocket foi um protótipo de um caça naval bimotor proposto e construído pela Grumman durante o período que antecedeu a entrada do EUA na Segunda Guerra Mundial, para a US Navy. De aparência única, a aeronave demonstrou inúmeros problemas que não foram solucionados durante o período de teste e por isso foi preterido pela US Navy a favor de caças monomotor, mais baratos de produzir e de manter, e sobre os quais o Skyrocket não demonstrava vantagens acrescidas em termos de performance. Um protótipo para uma versão baseada em terra, o XP-50, foi também construído, a pedido do USAAC (antecessor da USAAF, mais tarde USAF), mas, embora tivesse demonstrado performances melhores que o seu antecessor, veria também o seu desenvolvimento abandonado depois do protótipo ter sido perdido devido a uma falha do turbocompressor de um dos motores. 

Grumman A-6 Intruder

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O Grumman A-6 Intruder, originalmente designado A-2F-1, voou pela primeira vez a 19 de Abril de 1960, tendo sido concebido como avião de ataque embarcado, para operar, nas mais severas condições atmosféricas, de dia ou de noite. Avião subsónico, propulsionado por dois motores a jacto, tripulado por dois ocupantes sentados lado a lado, e capaz de operar a partir de porta-aviões da Marinha Norte Americana (US Navy), ou de bases em terra, foi construído com uma excecional capacidade de resistência a ambientes adversos e de combate e concebido para poder transportar e disparar uma elevada variedade de diferentes armas de ataque à disposição da US Navy.
Os últimos Intruder foram retirados do serviço ativo a 28 de Fevereiro de 1997 após mais de três décadas de serviço na primeira linha, mas as aeronaves da variante EA-6 Prowler de guerra electrónica ainda é mantida no ativo até concluída a sua substituição pelo EA-18G Growler, iniciada em 2009.
A produção total de A-6 nas suas varias versões ascendeu a 913 aeronaves.

Grumman F8F Bearcat

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O Grumman F8F Bearcat foi um caça monomonor americano que entrou ao serviço da US Navy,e do US Marine Corps, já após o final da 2ª Guerra Mundial, permanecendo no ativo até à década de 1960. Foi o ultimo caça com motor de pistão produzido pela Grumman, tornando-se depois de sair da atividade militar, muito popular em corridas aéreas, durante as quais, versões modificadas, quebrariam sucessivos records de velocidade, dentro da sua categoria.

Grumman F6F Hellcat


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Tendo começado a produção do bem sucedido caça F4F Wildcat, a Grumman começou a trabalhar numa aeronave que lhe sucedesse nos meses que antecederam o ataque japonês a Pearl Harbor. Leroy Grumman e os seus engenheiros, Leon Swirbul e Bill Schwendler, procuravam aperfeiçoar o F4F, para obter uma aeronave mais poderosa e com melhor desempenho. Porém do novo projeto preliminar resultou numa aeronave completamente nova ao invés de um F4F melhorado, o Grumman F6F Hellcat

Grumman F4F Wildcat

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O Grumman F4F Wildcat foi um caça naval americano usado primariamente pela US Navy e Fleet Air Arm (FAA, braço aéreo do Royal Navy), que entrou ao serviço em 1940. Usado pela primeira vez em combate pela FAA na Europa, o Wildcat foi o único caça verdadeiramente eficaz, disponível na US Navy no Teatro do Pacífico durante a primeira parte da 2ª Guerra Mundial entre 1941 e 1942. O decepcionante Brewster Buffalo tinha sido progressivamente retirado, substituído pelo Wildcat a medida que este ia ficando disponível.