Terminologia

(em atualização permanente...)

# A

Asa - Dispositivo mecânico destinado à sustentação aerodinâmica. As asas estão presentes na maioria dos aparelhos com capacidade para voar, nomeadamento nos aviões. Para que uma asa produza "sustentação", ela deve ter um ângulo de ataque relativo ao fluxo de ar, fazendo com que o ar seja defletido para baixo. Uma vez que a asa exerce uma força para mudar a direção do ar, o ar deve também exercer uma força na asa, em igual tamanho e em direção oposta, fazendo com que a asa confira sustentação ao resto do avião ou outro aparelho. Em resumo, a sustentação alcançada é derivada da Terceira Lei de Newton, mas também de outras propriedades do sistema asa/ar. 

# E

Empenagem - designação dada ao conjunto de cauda de uma aeronave, que se divide em vertical (cauda + leme) e horizontal (estabilizador horizontal + leme de profundidade (profundor no Brasil).

Estol - palavra em portugues do Brasil que designa "perda de sustentação" (português europeu) (do inglês stall) é um termo utilizado em aviação e aerodinâmica que indica a separação do fluxo de ar do extradorso da asa, resultando em perda total de sustentação, ponto a partir do qual uma aeronave deixa de voar para cair.

Extensão de asa - (do inglês LEX - Leading-Edge Extension) é a designação generica dada ás pequenas extensões da superfície das asas para além da aresta extrema (bordo de ataque), destinadas a melhorar o fluxo de ar em ângulos de ataque elevados e baixas velocidades de voo, para melhorar a manobrabilidade ou atrasar o ponto de perda de sustentação. Dependendo da forma posição ou função estas extensões de asa assumem diferentes designações, Slat, Dogtooth, Cuff ou LERX.


# W

Wing fences (Cercas de asa) - são lâminas transversais longas, instaladas no extradorso das asas que impedem o fluxo transversal da camada limite de uma área da asa para outra, que pode resultar no seu descolamento precoce. A camada limite numa asa enflechada escoa continuamente da raiz da asa em direção as pontas. Nesse percurso, ela perde velocidade devido ao atrito com a superfície e pode descolar próximo às pontas, produzindo perda de sustentação nessas áreas. Para evitar esse fenômeno causado pelo fluxo transversal da camada limite, são usadas barreiras chamadas wing fences. Em primeira análise poderíamos confundir geradores de vortex com as cercas de asa, no entanto os geradores de vortex são dispositivos menores e localizados.
# Fonte 1#
# Fonte 2#
....






Enviar um comentário