North American T-6 Texan

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North American T-6 Texan (também designado Harvard, Yale, T-Bird, Mosquito, ou simplesmente T-6 ou SNJ) foi um avião de instrução criado durante o final da década de 1930, posteriormente construído em grande número e utilizado por mais de 55 forças aéreas de países de todo o mundo até meados da década de 1970. Foram construídas 15495 unidades de T-6 em diversas versões pela North American Aviation e por empresas não Americanas sob licença nomeadamente a canadiana Canadian Car & Foundry (outras fontes indicam números de produção de 17096 unidades, 20110 *, ou 21342* considerando neste caso todas as variantes derivadas do NA-16). Embora construído para instrução básica o T-6 acabaria por desempenhar funções de combate, nomeadamente missões contrainsurgência (COIN) em alguns conflitos regionais na segunda metade do Seculo XX, depois de participar ativamente nos três últimos grandes conflitos do Século, Segunda Guerra Mundial, Guerra da Coreia e Guerra do Vietename. Apesar disto o T-6 Texan é conhecido fundamentalmente per ter sido um excelente avião de instrução responsável pela formação de centenas de milhares de pilotos ao longo de cinco décadas.

Lockheed C-130 Hercules

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O Lockheed C-130 Hercules é, provavelmente, o avião de transporte militar tático mais bem sucedido desde o Douglas C-47 Skytrain (versão militar do famoso Douglas DC-3) largamente utilizado na Segunda Guerra mundial e por muitos considerado um dos mais importantes ativos na construção da vitória dos aliados).
Projetado a partir do início da década de 1950 como um transporte de tropas tornou-se rapidamente, pela sua comprovada versatilidade e robustez, numa aeronave de transporte e apoio logístico multimissão, com variantes de, ataque e apoio aéreo próximo, reconhecimento e vigilância, reabastecimento aéreo, combate a incêndios e busca e salvamento. Existem atualmente mais de 40 versões do C-130 Hercules utilizados em mais de 65 países, tendo a família C-130 estabelecido um sólido recorde de confiabilidade e durabilidade, sendo a quinta aeronave da história a atingir os 50 anos de uso contínuo (depois do English Electric Canberra, B-52 Stratofortress, Tupolev Tu-95 e KC-135 Stratotanker), participando em missões militares, civis e de ajuda humanitária. 

Fairey Firefly

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O Fairey Firefly foi um caça naval britânico desenvolvido durante a Segunda Guerra Mundial como um substituto do bem sucedido Fairey Fulmar e tal como o seu antecessor foi projetado segundo o conceito da FAA (Fleet Air Arm) da Royal Navy de um caça de reconhecimento de dois lugares, piloto e navegador/observador. Superior em todos os níveis ao seu antecessor, o Fairey Firefly entrou ao serviço, apenas no final da Segunda Guerra Mundial, mas já nessa altura se tornou visível que o conceito sob o qual fora desenvolvido limitava o seu desempenho como caça de combate. Consequentemente foi adaptado pela FAA para as funções de reconhecimento armado,  ataque antissubmarino, ataque e apoio próximo, funções que cumpriria com distinção durante a década seguinte ao final da Segunda Guerra, nomeadamente durante a Guerra da Coreia.

Fairey Fulmar

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O Fairey Fulmar foi um caça naval de dois lugares desenvolvido pela Fairey Aviation Company Limited e construido após a eclosão da segunda guerra mundial para a FAA (Fleet Air Arm) com consideráveis semelhanças ao bombardeiro ligeiro Fairey Battle.
Embora o seu desempenho não fosse espetacular, demonstrou ser modestamente bem sucedido durante a fase inicial da guerra, cumprindo adequadamente a sua função até a FAA conseguir obter um substituto mais capaz, ainda que dentro da sua linha de desenvolvimento, o Fairey Firefly.
Durante a Segunda Guerra Mundial os Fulmar destruíram 112 aeronaves inimigas, um numero que pode parecer modesto, porém esse numero de vitórias aéreas tornam-no o caça naval da FAA (Fleet Air Arm) com o maior numero de vitórias durante o conflito.

Fairey Battle

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A Fairey Aviation Company Limited construía aviões de combate desde a primeira guerra mundial, desenvolvendo aeronaves de sofisticação crescente no período entre guerras. Na década de 1930, a empresa construiu seu primeiro monoplano moderno, o bombardeiro ligeiro Battle que foi adquirido em número significativo pela Royal Air Force (RAF). A aeronave encontrava-se ao serviço operacional da RAF quando se iniciou a Segunda Guerra Mundial, tendo sido colocada na frente de combate onde se revelou fatalmente obsoleta, sendo relegada para funções não-combate, logo que tal foi possível.
Embora o tenha tido um papel relevante na instrução de pilotos para a RAF o Battle é fundamentalmente recordado pela sua desastrosa participação nos primeiros dias da guerra, uma participação associada a uma bravura suicida e fútil.